segunda-feira, 15 de junho de 2020

Ao Infinito e Além

 

Bots, engines e seres intergaláticos que me leem, nesse momento em que a raça humana passa por uma de suas maiores crises,  queria saber, o que acham de colonizar outro planeta? Atualmente, essa ideia ainda é inviável, pois os planetas mais parecidos com a Terra, ou seja, com as condições ideais para manter seres vivos, estão a muitos anos-luz daqui; e não foi inventado ainda algum equipamento capaz de cruzar essa distância, ao menos em um tempo útil para nós. Porém, se fosse encontrado algum planeta próximo ao nosso, com atmosfera, oxigênio, temperaturas amenas e água será que valeria a pena habitá-lo? Seria uma área aberta sem covid, com certeza, mas o cuidado de não-contaminação precisaria continuar para que os novos habitantes do planeta não levassem a doença para lá também. Se isso acontecesse, a mudança para lá teria sido inútil, porque ter esse trabalho todo para morar num outro mundo infectado, seria, no mínimo, frustrante.
Na minha opinião pessoal, acredito que o ideal seria resolver os problemas que temos aqui mesmo, sem precisar abandonar nosso planeta natal e ainda correr o risco de destruirmos outro. Se nascemos aqui, temos o direito de usufruirmos desse lugar com a natureza ideal para nossa sobrevivência e o dever de cuidar dela. Toda a ciência desenvolvida aqui, aliás, está direcionada para isso, direta ou indiretamente, afinal, o primeiro passo para cuidar bem de algo (seja um planeta, uma espécie ou um grupo de indivíduos) é conhecer bem e entender até mesmo o que pode ajudar ou não. Mas claro; se numa hipótese drástica e remota, a única alternativa comprovada que restasse à humanidade fosse abandonar a Terra; quem seria eu para me opor? Se deixássemos nossos achismos de lado e focássemos mais no que aparece de evidência, talvez a pandemia já tivesse até sido resolvida...


segunda-feira, 25 de maio de 2020

Mais Um Post Nerd

Stormtroopers,  mochileiros e mutantes, já peço que me perdoem, porque não ia escrever nada hoje. Culpa da quarentena e seu poder de afetar a noção do tempo. Ainda bem que fiéis amigos nerds apareceram com seus super-posts enaltecendo a data, e me salvaram de passar por esse dia em branco. Não importa o quão complicada a vida esteja, sempre dá pra arranjar um tempinho para a cultura geek. Aliás, as vezes parece que ela que arruma tempo para a gente, não é? Quem não está se distraindo nessa quarentena com livros, filmes, séries ou jogos?
Agora, um aspecto nerd que sempre gosto de reforçar e está um tanto quanto diferente nesses dias, talvez mais difícil até do que o normal, é estudar. Aula online não flui como a presencial. Não dá pra tirar dúvidas do mesmo jeito, dá ainda mais sono que o normal, e ainda depende da sua conexão. Mas, enquanto não dá pra ser de outra forma, a gente tem que dar um jeito... Então, ficam algumas dicas de coisas que podem tornar o estudo on-line mais interessante:

  • Pausar a aula e ouvir a explicação quantas vezes for necessário
  • Procurar na web curiosidades sobre a matéria que está sendo dada
  • Diminuir ou acelerar a velocidade da fala do professor
  • Ouvir música enquanto faz as tarefas
  • Comer enquanto assiste a aula
  • Poder ir ao banheiro e retomar de onde parou
  • Ter aula de pijama, fantasiado ou pelado
  • Não precisar se levantar da cama para estudar
  • Assistir o professor, abraçado ao seu urso de pelúcia sem ser julgado
  • Uma desculpa pra manter a porta do quarto trancada e garantir sua privacidade
  • Ouvir a aula plantando bananeira

Claro que essas coisas variam de acordo com as condições de cada um, mas espero que ao menos uma dica não seja totalmente inútil. Sintam-se livres para recomendar mais alguma forma de estudar nos dias de hoje. Importante: lembrem-se de desligar suas câmeras para seguir algumas dessas dicas. Conto com o bom-senso de vocês, mas nunca se sabe.
 Comentem também o que estão vendo, lendo, assistindo, jogando... Vai aleatoriamente alguém que também gosta daquela série louca que você achava que era o único que assistia. No mais, separem suas toalhas e mantenham a calma, que tudo vai dar certo.

quinta-feira, 14 de maio de 2020

Risos e Lágrimas

Quarentenados, ETs ou gringos que estejam lendo esse blog; diretamente das cinzas, ele retorna! Gringos sim; alô, Ucrânia! Os contadores do Blogger estão mostrando os acessos vindos daí...
Confesso que não tenho um tema muito específico hoje porque meus dias de quarentena não vêem sendo exatamente muito "inspiradores" e infelizmente, sei que o de várias outras pessoas também não. Contudo, ando procurando algumas bobeiras leves na internet simplesmente pra fugir da realidade. E o que não é esse blog senão uma grande bobeira leve? Então, reunindo minhas forças de qualquer jeito, estou hoje aqui tentando retomar as atividades nessa joça, esperando que de alguma forma consiga fazer qualquer outra pessoa um tantinho mais feliz, ou "confortável" sendo lembrada que ela não está na bad sozinha, nesse período em que o coronga reina. Eu sei, sou muito animadora... Tá, talvez eu devesse admitir que eu mesma preciso de um grupo de apoio.... Sim, estou usando sarcasmo e ironia pra falar da desgraça. Se a desgraça não é alheia, não estou errada, certo? É o meu lugar de fala na desgraça! Então não venham me julgar... Chorar faz bem, mas chorar demais desidrata. Rir torna as coisas mais leves, e quando a maré empurra o astral pra baixo, olhar os próprios problemas com sarcasmo é o que sobra no lugar de um sorriso.

sexta-feira, 27 de março de 2020

Deu Ruim

Olá, seres que acompanham meu blog! Espero que estejam todos bem, dentro do possível. A humanidade inteira está agora em alerta por conta do SARSCOV-2 (um dos codinomes do coronga vírius), e a maioria da população do planeta está de quarentena, incluindo a autora que vos fala. Bom, isso não deve ser novidade para ninguém, e até imagino "muita"gente lendo isso*  e querendo me xingar por não estar  falando de algo leve ou divertido como geralmente eu faço aqui, para distrair um  pouco  suas cabeças e corações. 
Juro de verdade que queria estar escrevendo algo assim mas tem dois problemas aqui:
1- Vocês tão pensando que esse blog é bagunça?  Aqui também tem informação relevante e séria!
Ou ao menos eu tento.
2- Desde que a quarentena foi anunciada, eu estou sofrendo de bloqueio literário :/ Odeio admitir quando isso acontece, mas acho que sem sair muito eu estou perdendo fontes de inspiração
." MAS PERAÊ, VOCÊ NÃO ERA A RAINHA DA ANTISOCIABILIDADE?!" Pois é, então, pessoalmente eu realmente não sou de me enturmar muito, agitar os rolês e etc, MAS eu continuava convivendo com outras pessoas e vendo muuuiiiitas realidades diferentes da minha, o que me ajudava a ter ideias de coisas pra escrever. Eu estou tentando, e espero voltar ao normal logo. Só que por enquanto, só estou conseguindo escrever poemas góticos no meu antigo caderno de escola. Vida que segue.
Enquanto minha inspiração não volta, espero que se cuidem e fiquem todos bem de saúde, dinheiro e sanidade. Relaxem, que no fim o planeta vai ficar bem. Já diria a hipótese de Gaia. Não sei se a gente vai, mas o mundo sim, e isso já é algo kkkkk Vamos rir para não chorar, né?
E deixando de lado o humor negro, falando sério, precisando desabafar, estamos aqui,ok? #força

*eu iludida que muita gente vai ler isso kkkk

domingo, 1 de março de 2020

Chegadas e Partidas




A vida dá loops. Cheguei a essa conclusão recentemente. Por mais que a gente fuja, por mais que por uns momentos esqueçamos o que aconteceu, mais cedo ou mais tarde as coisas voltam. É bem louco porque às vezes, de um instante para outro, tudo muda e troca de lugar (já diria NX Zero na música "Maré"). E de um momento de repente, vêm vários anos com tudo diferente.
E o que a gente faz?  Como qualquer ser vivo, precisa se adaptar às circunstâncias. Aí, quando tudo estiver se equilibrando novamente, como numa ressaca, aquilo que ficou para trás volta com voracidade. Só para te lembrar que suas memórias foram reais, e não parte de algum sonho louco. Pessoas, objetos, músicas, aspectos e pensamentos. Chegamos a nem se dar conta que essas coisas que nos marcaram, agora fazem parte da gente de alguma forma. Se mais nada ficou, fica quem você é hoje. 
Mas não se engane. Mais cedo ou mais tarde a correnteza da vida puxa as águas de volta para você.

segunda-feira, 17 de fevereiro de 2020

A Volta de Quem Não Foi




Voltei.
Pensaram que eu ia abandonar o blog?  Posso até me dedicar a escrever outras coisas, mas não abro mão desse "cantinho do dasabafo" aqui.
No caso, estava concluindo uma história que chamei pelo nome pouco apelativo "A Sua Última Chance de Mudar". Não, não é um livro de auto-ajuda. É uma história curta de ficção (também conhecida como shortfic).
O enredo foi criado em torno daquelas dúvidas que mais cedo ou mais tarde aparecem na nossa cabeça: "Como minha vida seria hoje se eu tivesse agido de outra forma?" "Como eu poderia fazer diferente?" "O que eu realmente posso mudar?".
Reunindo essas perguntas gastei o tempo  livre do último mês escrevendo a história de Paula, uma mulher de 59 anos, hiper-atarefada e secretamente, cheia de remorsos. Em três capítulos, cada um num tempo verbal (presente, passado e futuro), imagino como seria se uma pessoa assim tivesse a chance de voltar no tempo por um dia.
Se interessou?  Tá disponível em duas plataformas, pode escolher:
- Nyah: https://fanfiction.com.br/historia/786828/A_Sua_Ultima_Chance_de_Mudar/
- Wattpad: https://www.wattpad.com/story/213512503-a-sua-%C3%BAltima-chance-de-mudar

Talvez eu poste aqui também, se por um acaso alguma alma se interessar kkkkkk

Por hoje é isso, mas fiquem ligados porque em breve vem mais desabafo e maluquice para vocês passarem vergonha alheia e rirem muito da minha cara! ;) XD


sexta-feira, 6 de dezembro de 2019

Sonho

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(créditos da imagem a Phantom Rin )

 Você já deve ter tido um sonho. Nem que fosse o sonho de comer algo que nunca experimentou, ou um bando de imagens soltas na mente enquanto dormia. Alguma leve alucinação positiva. Não à toa, um desejo forte ou as imagens do sono têm o mesmo nome.
 É louco como por mais que os sonhos tenham muitos elementos da realidade, ou que algumas vezes sejam feitos por desejos nossos de felicidade, ainda pode ser difícil admiti-los para outras pessoas.
 Sei lá, conheci gente que quando entrava debaixo do chuveiro, com as portas trancadas e o som da água abafando, deixava a voz linda que tinha se soltar; mas no dia-a-dia não tinha coragem suficiente de acertar o tom na frente do mundo. Gente que treinava discursos sensacionais em casa, mas se deixava ser refutada na primeira oportunidade. Também tem o pessoal que sonha estar beijando alguém, mas nem olha na cara da pessoa. 
 Eu queria muito entender esse fenômeno. É auto-sabotagem, certeza. Mas o que causa? Falta de confiança? Acontecimentos que desconsideramos quando estamos só imaginando? Vergonha de quem somos? Um monstro interno idiota que inferniza a cabeça?  Minha teoria atual diz que pode ser tudo isso ao mesmo tempo, mas é só um palpite. Fica aberto para o que quiserem acreditar. Entre erros e acertos, tropeçando e levantando no fim das contas, lá no fundo, é isso que nos guia: o que acreditamos.
O que sonhamos.

segunda-feira, 18 de novembro de 2019

Calada da Noite

"Caminhávamos à beira-mar. Os sons e as cores da festa ficavam mais distantes a cada passo na areia. Ali em silêncio, sob a luz das estrelas e com a brisa do mar balançando nossos cabelos e roupas, eu sentia paz; estava próxima da felicidade. Você já esteve numa festa e saiu à francesa só para observar o céu? Posso garantir que é mágico.
 Mas naquele dia foi melhor ainda. Os pés descalços e a maresia pareciam apenas complementar a presença física que seguia alguns metros atrás de mim. Era bom ter alguém ali e, mesmo assim, o momento continuar sendo meu.
 Seguimos caminhando sem dizer nada. Em alguns momentos, unhas se esbarravam e desesbarravam harmonicamente só para selar que tínhamos um ao outro ali. Isso era o que  eu mais apreciava: não precisávamos de palavras.
 Para a cultura "normal" aquela era uma cena de loucos. "Como assim você prefere se calar do que embebedar?" "Para quê esse tempo para você?" "Como podem ter certeza se ninguém diz nada?".
 Eu odiava usar palavras. Inimigas até dos autores, esses conjuntinhos miseráveis de sons da garganta! Já haviam me perturbado tantas vezes; ali somente elas estragariam a harmonia do momento. Xeretas implacáveis, venceram minha serenidade para se meter onde, a princípio, não haviam sido chamadas. Quando dei por conta, já estava obedecendo a cultura extrovertida:
 - Então você também gosta de ir pro seu canto...
 - Sim! Quer dizer... sempre gostei, mas... acho que só descobri agora."

Pessoal, esse é um trecho de um conto que escrevi há uns dois anos +-. Esbarrei com ele outro dia folheando um caderno antigo, e me passou um conforto tão bom que quis compartilhar parte dele aqui   com vocês. O que acharam  da minha escrita literária? Espero que tenha trazido tantas boas sensações quanto trouxe pra mim.
PS: essa cena não é real, mas eu realmente já saí de festas no meio para olhar o  céu...

domingo, 27 de outubro de 2019

A Sutil Arte de Ser Fanfiqueiro


Olá, aliens, paredes e leitores fantasmas que me acompanham! Hoje no blog o texto será sobre o estudo de uma espécie rara de ser-humano: os fanfiqueiros. Essa gente que acha que pode re-escrever as histórias que eles acompanham, ou misturar algumas diferentes, juntar gente que nem se conhece, enfim... fazer balbúrdia na Literatura! 
O mais incrível: eles podem. Como? O que faz eles acharem que têm esse direito? Por que? Como se alimentam? Você descobrirá aqui, no decorrer desse post, só continue lendo (e não esqueça o comentário no final). 
Primeiramente, devemos observar os processos que formam os fanfiqueiros. Geralmente eles começam a se manifestar quando o futuro autor confunde um casal de amigos com um casal de namorados, e precisa lidar com a frustração do shipp favorito não ser real. Bem, se ele ficar revoltado e não souber conviver com isso, aí está um escritor de fanfics em potencial. Claro que esse tipo de texto não é exclusivo dos romances, então qualquer situação revoltante numa história pode ser a musa inspiradora de uma fanfic. Como uma situação real também serve para inspirar qualquer texto, então é válido dizer que um livro comum só não é uma fanfiction porque sabe fingir que é menos fictício. Já os fanfiqueiros vivem assumidamente "na Disney".
Tudo publicado nesse estudo "seríssimo" é absolutamente verídico pois meu hobby, paixão e acalento de vida são esses textinhos cheios de potencial, mas muitas vezes menosprezados. Se você escreve, deixa seu link aqui; se acompanha, diga alguma que gosta; se odeia, espero uma explicação (se houver).
Leiam na sombra e até o próximo post!



domingo, 13 de outubro de 2019

Youth


Tava demorando para eu colocar Legião aqui no blog! Vai ser com a música mais batida deles porque ,já diria uma das letras da banda, "O que eu mais queria era provar pra todo mundo que eu não precisava provar nada pra ninguém". 
 Todo brasileiro com acesso a energia elétrica, já deve ter escutado Tempo Perdido, ao menos uma vez na vida, ainda que não lembre. Ela é uma das mais famosas do rock nacional, tanto que, embora o vocalista, Renato Russo, já tenha falecido há mais de 20 anos, há uma boa quantidade de millenials por aí que já engatou a faixa em alguma playlist do celular. 
É muito louco parar para pensar nesse fluxo de público. Se hoje a canção tem muitos ouvintes nostálgicos, que acompanharam o lançamento dela em discos de vinil, impressiona a quantidade de adolescentes que sabem entoar seus versos mais famosos. São jovens tentando recuperar o tempo perdido e adultos com todo o tempo do mundo, todos unidos, aquém da idade, pela música. 
 Citei apenas essa, mas a banda tem uma quantidade enorme de faixas que vêm provando ser atemporais. Fico imaginando o que sentem os membros ainda vivos quando vêem toda essa mistura de gente cantando junto dos riffs que eles compuseram. Distantes de tudo, presos em seu próprio tempo? Talvez; ou só ignoram uma dor nas costas e a própria data de nascimento. Afinal, um número não deveria definir uma pessoa.
 ENFIM, sei que estou divagando bastante, então vou parar por aqui. Qualquer dúvida, só perguntar XD 

Por hoje é só. Para quem acredita, bom dia de nossa senhora, e não esqueça de manter vivo o jovem dentro de você ;) 

(se quiser, é claro)

domingo, 29 de setembro de 2019

Fones de Ouvido

Têm momentos em que a gente simplesmente sente que não está na frequência do mundo ao nosso redor. Todos sorriem mas você sabe que aquilo está errado. Ou exatamente no momento em que se alegra, começam a chover reclamações ao seu redor.
Pode ser incômodo ouvir isso, mas existem coisas mais importantes acontecendo na sociedade do que seus sentimentos em determinada hora. Porém, dentro de você, isso não pode ser ignorado. Merece ser ouvido e respeitado (para rimar). Só nós mesmos caminhamos conosco 24 hrs por dia, em todos os momentos da vida, no bem e no mal. A gente precisa se entender um pouquinho.
Mas como fazer isso no meio da confusão de rotinas corridas e outras milhares de cobranças e necessidades dos que estão ao nosso redor? Eu ponho fones de ouvido. Não precisa ser no máximo quando tem alguém falando. Nem dá pra ser o tempo todo, claro. O objeto desperta carência em quem gosta de ser muito ouvido. Mas sempre que possível, procuro uma música que traduza meu pensamento, minhas alegrias e tristezas. Programo, coloco os fones (para não incomodar também) e aperto o play.  É uma ação introspectiva. É libertador.

quinta-feira, 12 de setembro de 2019

Eventos Literários



Não, ainda não foi dessa vez que o blog acabou. Peço desculpas pela demora mas o post de hoje precisava de um tempinho para recolher informações, mas garanto, vai valer muito a pena. Como dá para ver nas imagens da "ótima" câmera do meu celular (e quem me segue sabe), meus últimos dois fins de semana se resumiram em Bienal do Livro. 
Já é quase um evento oficial na minha agenda, desde quando eu lia meus gibis da Mônica. Sempre que chega a bienal, é o momento de ficar off e aumentar a lista de leitura. Nem preciso dizer que, indo como autora nos últimos anos, realizei um sonho <3
Você já foi em algum evento literário? Daqueles em livraria que distribuem brindes e etc? Pois é imagine um negócio desses numa área absurdamente maior. Para se ter uma ideia: o evento ocorreu no Riocentro, um espaço de convenções que mede apenas uns singelos 98 mil metros quadrados (fora a área verde ao redor). Para quem tem a livraria como habitat natural, estar lá nas duas semanas em que ocorre pode ser mais extasiante do que ir a um show. Digo por experiência própria ^^
É tão legal ver tanta gente reunida em prol da leitura! Dá até esperança na humanidade. E a energia lá é tão intensa que nem censuras passam; e até mesmo as filas enormes,em stands de livrarias e editoras mais procuradas, são compensadas. Dá para encontrar livro de tudo que você possa imaginar lá dentro; fora as palestras, eventos, autógrafos, encontros com autores e etc... É definitivamente uma das melhores coisas da complicada cidade do Rio de Janeiro.
Lado ruim: quem vai, geralmente acaba gastando mais do que pretendia.

domingo, 25 de agosto de 2019

Distopia da Realidade


 O tema do blog hoje não é dos mais tranquilos. Ouvindo tanto sobre a situação da Amazônia, resolvi fazer esse post que toca no assunto e vai um pouco mais além na questão ambiental. É muito engraçado que a gente só se preocupa no momento que alguma mudança climática acontece, e no instante seguinte, já estamos gastando muita energia, água e etc, achando que é bobeira se preocupar com a morte de qualquer ser vivo que não seja da nossa própria espécie.
O vídeo acima pode não ser de nenhuma fonte famosa, apenas uma projeção, uma possibilidade, porém, lembrei dele por ter me marcado muito quando assisti pela primeira vez, na escola, pela alta possibilidade de não ser muito diferente das projeções climáticas para o fim do século. Estamos vivendo a era de ouro da tecnologia, e aproveitando como se não houvesse amanhã. Tudo muito interessante e se for bem trabalhado, poderemos conseguir feitos cada vez mais grandiosos. Pois bem, para toda ação há uma reação; tudo tem consequências. Já diria Miranha, "Com grandes poderes, vêm grandes responsabilidades".
 Sendo assim, se estamos tirando energia e matéria da natureza para produzir nossas tecnologias, o que acham que pode acontecer se isso for feito de forma irresponsável? O vídeo é uma das possibilidades reais. Eu sei que tudo parece um sonho por agora, mas lembrem-se que um dia a conta virá. Não é pessimismo, é responsabilidade. Se a gente arcar com ela, e cuidar, cada um como puder, provavelmente as projeções serão melhores. Jogando menos comida no lixo por exemplo, parece algo muito pequeno, mas somando toda a comida que a gente joga no lixo a vida inteira, imagina o tamanho do monte podre que jogamos no planeta.
 " Ah, mas a comida ia apodrecer e se decompor de uma forma ou de outra." Sim, mas conhecendo o nosso sistema de lixo, você acha que essa comida virou adubo ou chorume? Pilha e bateria eu não vou nem entrar muito a fundo porque o estrago é maior ainda; ainda por cima, com o chrume misturado com o do restante dos materiais descartados. Já viu o estrago, né?
 Por isso, independente de quem é a culpa por uma catástrofe natural, todos nós devemos fazer a nossa parte. Porque todos contribuem diariamente para a destruição do planeta, essa é a verdade. Podemos tentar mudar alguns hábitos para diminuir isso, ou reclamar para caramba no computador, desfrutando da energia elétrica e todos os metais presentes nestes nossos aparelhinhos. No fundo, se você não entendeu alguma parte do texto, não tem problema. Se sentiu péssimo por contribuir com a situação, não se sinta. Eu mesma tô falando e sempre falo por um computador, não é mesmo? O que importa é tentar começar a cuidar da natureza.
 (Se você realmente se importa e quiser uma sugestão, mude um hábito. Talvez, reduzir os minutos no chuveiro já ajude. Aquelas regras básicas que sempre vale a pena repassar. E me cobrem também!)

sábado, 10 de agosto de 2019

Escrevi um Post Escrito sobre Escrever


Mais um fim de semana à noite e eu em casa, escrevendo minhas maluquices! Quem se acha normal vai torcer o nariz, mas o ato de escrever já é uma grande loucura. No caso daqui, sentar na frente de um computador, e se concentrar em passar as coisas que curto dentro das normas gramaticais, de forma compreensível, tendo o cuidado de editar tudo, desde o design da página e atualizar regularmente, dando ouvidos a o que os leitores pedem, mas sem esquecer das minhas inspirações, e mantendo o tom. E não dar ouvidos a quem está ao redor que geralmente pensa que no computador a gente só procrastina ( faço isso apenas 90% do tempo, mas não o TEMPO TODO). Ou quem diz que ser escritor é perda de tempo, ou que não há mais espaço para autores bem sucedidos. Sem ganhar um centavo para isso.
Devem estar se perguntando: " Mas por que essa criatura continua fazendo isso?"
 Porque é tão bom! Colocar as ideias para fora sem julgamento social. Aqui eu não sou a imagem que fazem do meu nome. Aqui eu sou o que penso, o que acredito, o que curto. Eu. E é muito legal desvendar o mundo através das palavras. Ainda tenho muuuiiito a melhorar na escrita, mas é por isso que vou continuar tentando, já que nos dias de hoje, perder sextas, sábados e domingos preocupade com textos é quase uma característica alien.
Nas horas que a gente buga, em que tudo parece estar certo, mas ainda há algo incomodando em algum lugar e nem nós mesmos sabemos o que é; nesses momentos escrever compensa demaiis. Pode ser a coisa mais idiota do mundo, a gente consegue administrar essa ideia quando escreve e alinhar um pouco os pensamentos com o mundo real. Não sei se vai fazer sentido para você, mas conheço muita gente que mascara tudo que sente agindo com polidez. É quase como um teatro que a gente faz para nós mesmos para a gente se convencer de que está bem e que tem fingir que não está sentindo nada de diferente. Escrever é quase como entender o que está acontecendo ou ao menos encarar.
 De qualquer forma, não estou fazendo nada de mal a ninguém (até onde sei). Então, se você gosta de sair muito, pegar mil pessoas e mostrar para o mundo que chegou no rolê, parabéns. Nada contra, mas tem gente que prefere  de outro jeito, só isso. Não force a pessoa que não interage a se enturmar. Muitas vezes ela está aproveitando também, mas do jeito dela. Disso sei, rs.

domingo, 4 de agosto de 2019

Há Letras por todos os lados...

 Pessoas, hoje o post também é um assunto que alguns têm me pedido há um tempinho... Como escrevo, trabalho num curso, estudo e sempre fui louca por livros, uns caracterizinhos resumem bem o que vejo na minha frente todo santo dia: letras. Isso, claro, sem contar o tanto que as pessoas falam, não é? Aí 90% do dia de todo mundo vira língua.
 Geralmente costumam lembrar da Matemática, da lógica, como um conhecimento que é compreendido em qualquer lugar do mundo. Isso é verdade e um dos motivos de eu também achar a área de exatas tão legal (já aguardando leitores chocados). Mas junto disso, por todo o Brasil, toda a América, todo o planeta, até os confins, onde houver ser-humano acordado vai ter gente se comunicando, por gestos, sons ou ruídos.
 "Ah, mas eu sou introspectivo, odeio conversar, não sei falar o que eu sinto". Calma, eu também não, mas ainda assim estamos os dois aqui se comunicando, bem ou mal. Eu escrevendo, você lendo, mas se lê é porque sabe falar. Não que seja obrigatório falar muito, nem de longe. Muitas vezes quem fala demais até se perde no que diz. A questão é que mesmo de jeitos diferentes, com sotaques diversos, e até idiomas se batendo pelo mundo, todo mundo se expressa. Chorando, vestindo roupas pretas, gritando, falando ou fazendo qualquer outra coisa, a gente passa uma mensagem para quem nos vê, certa ou não.
 Até os números, fórmulas e cálculos, nada mais são do que uma forma de expressão de um raciocínio. E atire a primeira pedra quem não teve aula de Matemática com um professor falando kkkk

Todo esse texto foi para provar que Linguagens é tão importante quanto Exatas. Brincadeira, a realidade é toda misturada, essas coisas nem deviam ser tão separadas na escola. E se alguém encher seu saco dizendo que você fala pouco, ou fala muito só lembre que cada um fala de um jeito. (Tirando se quem disser isso for um médico, aí você se cuida direitinho, ok?)

segunda-feira, 29 de julho de 2019

Saudações, Marcianos!


Possíveis aliens que param para ler isto aqui, fiquem felizes:hoje o post é pra vocês! Com essa onda de memes sobre a invasão da área 51, entre várias sugestões que recebi em algumas redes sociais, aproveitei o tema. 
Para quem não sabe, os memes se referem a um desses eventos de shitposting do Facebook, feito só para zoar, já que não se sabe nem se existe essa tal área americana onde esconderiam ETs. Acontece que muita gente confirmou presença no evento, alguns começaram a levar a sério... aí pronto, meme interplanetário produzido com sucesso! 

E já que o assunto é sobre vida em  outros planetas, não podia deixar de mencionar a grande colaboração da eterna Beth Carvalho no contato interplanetário. Não está entendendo? Em 1997 estava ocorrendo a missão Mars Pathfinder, organizada pela NASA para explorar o planeta vermelho (e procurar vestígios de vida). Pois bem, em determinado momento dessa missão, uma cientista carioca que trabalhava na agência espacial americana enviou as ondas da música pelo espaço até alcançar o robô Sojourner, que precisava "acordar" e voltar para suas atividades.
Segundo relatos, outras músicas também foram enviadas para acordar o robô sonolento (rs), mas desde que soube dessa história sempre fiquei imaginando se realmente houvessem aliens em Marte, como seria a reação deles ouvindo um samba brasileiro. Daí, fiz essa montagem linda aí de cima kkkk
Se possível, digam o que acharam ;)

domingo, 21 de julho de 2019

Animal Racional


 Aliens, invasores da área 51, robôs, e quem mais tem paciência de me ler, primeiramente muito obrigada por acompanharem este blog por onde vos falo. Venho avisar que o post de hoje é um pouco complexo, não por ser um tema difícil, mas porque ele vai ser na verdade sem um tema fechadinho,  um conjunto de reflexões que ando fazendo...
 Pode parecer estranho, mas uma parada pela qual me interessava muito quando era mais nova eram estudos. É sério, sabe aquela curiosidade louca que dá quando você vê uma chamada em um site "Esse Fenômeno Acontece Todos os Dias e Você Nem VÊ". Pois é, dá para sentir a mesma coisa numa fonte confiável que a gente recebe da escola ou dos nossos pais, chamada livro escolar. Eu sempre ameii ler, mas enquanto ninguém tinha dinheiro para comprar um gibi ou revista novo para mim (livro só duas vezes ao ano porque sempre foi mais caro, e já  tinham muitos herdados em casa) algumas vezes, quando estava fora de casa, e não tinha muito para fazer, eu pegava o livro escolar para me distrair, e acabava me amarrando nas coisas interessantes que descobria (e mandando bem na prova, cof, cof, desculpe modéstia).
 Bem, somando o fato que já mencionei aqui nos posts iniciais sobre ser introspectiva, posso dizer que passei boa parte da vida agindo de maneira mais racional do que emocional. Não significa que eu não tenho sentimentos, ok? Eu só não sou boa em me expressar de maneiras normais, e por isso fico aqui escrevendo . 😆
 Tá, mas e onde entra a reflexão nessa história? Pois é, aos poucos, o acúmulo de conhecimento sem motivo pode levar a gente a conhecer muitas coisas desagradáveis. É bom sair de uma ilusão, povo; é legal descobrir que o mundo é muito mais complexo do que parece; é maneiro começar a pesquisar maneiras de mudar as coisas. Não desistam de fazer algo para tentar melhorar a vida, sua e/ou de alguém, nunca. O problema é que mais aos poucos ainda, fazendo muito a trouxa na vida, fui descobrindo que algumas coisas simplesmente são muito mais difíceis de resolver do que parece. E pior: muitas coisas têm sim uma solução, mas ninguém quer fazer alguma coisa. Quando isso acontece é muito frustrante porque não dá também para forçar alguém a fazer algo que não quer. Vai ficar mal feito, vai ter gente te odiando, raiva, não tem jeito.
 Então vou deixar a pergunta aberta, para quem quiser fazer um debate saudável aqui nos comentários: Tem coisas que valem a pena a gente não saber?

domingo, 14 de julho de 2019

Rock N' Girls



Amy Lee; Pitty; Paula Toller; Baby Consuelo; Joan Jett; Cássia Eller; Rita Lee; Tina Turner; Alanis Morissette; Avril Lavigne; Taylor Momsen; Hayley Williams; Gwen Stefani; Florence Welch; P!nk... Você provavelmente conhece algum desses nomes entre os de vááárias outras artistas do rock. E ainda há quem defenda que Rock seja um gênero "masculino".

Apesar de um número considerável de bandas formadas apenas por homens, o estilo musical também conta com diversas bandas de integrantes femininas, algumas até exclusivamente. Uma de que sempre lembro é Agnela, um conjunto nacional formado por quatro meninas. Outra memória que tenho do rock na minha infância era Demi Lovato e seu eterno Camp e, acreditem se quiser, Miley Cyrus. Pra quem não sabe, ou não se recorda, ela conseguiu o papel de Hannah Montana cantando I Love Rock and Roll , hino de Joan Jett. Inclusive, as primeiras músicas da série tinham ainda uma pegada forte de baterias, baixos e guitarras entre as botas e jaquetas da protagonista.

O que muita gente também desconhece é o fato de o rock ter sido embasado em algumas músicas gospel de uma mulher negra. É isso aí. Sister Rosetta Tharpe, retratada no vídeo acima, pode ser pouco conhecida hoje em dia, mas com suas performances que ousavam misturar jazz e blues nas notas de uma guitarra (instrumento bastante polêmico em 1940 pelas distorções elétricas),  a artista era ídolo de figuras como Elvis Presley e B.B. King. Elvis, o rei do gênero, cresceu apaixonado e totalmente influenciado pela música dela, segundo conta a História da música.

Divisão generalista, infelizmente, é algo sempre presente nas sociedades; ainda mais quando o assunto é gênero. Pouco se sabe sobre homens no nado sincronizado ou no balé, assim como as mulheres costumam ser desmotivadas a virarem jogadoras de futebol ou ouvir rock. Ainda bem que todas essas divas aqui provam que o gênero pode ser unissex sim.

segunda-feira, 8 de julho de 2019

"Açúcar, Tempero e Tudo Que Há de Bom!"

É engraçado como algumas crianças acham idiota assumirem que gostam de desenhos animados. Será que esquecem que todo adulto já foi criança? Sim, o post de hoje será sobre desenhos animados, e eu já aproveitei a deixa para deixar aqui a imagem da minha animação favorita na infância(Quero ver quem lembra desse filme kkkkk).
É engraçado também que alguns adultos gostam de fazer que esqueceram da infância. Gritam com os colegas de trabalho, exigem seriedade, pagam boletos, fazem tudo por um emprego... Até que mudando de canal, sem querer, se deparam com um especial de um desenho que marcou a infância. Nesse momento privado, por alguns minutos, pode ser criança né?
Acho impressionante essa capacidade que algumas animações têm de transportar a gente de volta no tempo. Não sei vocês, mas eu ainda fico meio impactada quando escuto aquela vinheta "Açúcar. Tempero. E tudo que há de bom". Talvez alguém que não era tão absurdamente viciado em ppg quanto eu possa não ficar, mais duvido não ter a mínima reação quando assiste um programa que marcou a infância.
O mais interessante é que os desenhos (cartuns, principalmente) costumam ter dois modos de interpretação: um infantil, mais ligado no enredo em si e nos eventos chamativos; outro para os pais e parentes mais velhos que assistem junto da criança, ou sozinhos mesmo, com menções à sociedade, fatos da época...
Por isso, mesmo com muitas coisas absurdas, como as toalhas que o Pato Donald usa ao sair do banho, todo meu respeito aos desenhistas, os artistas do desenho. Conseguir dialogar entre públicos e marcar alguém não é para qualquer um.
E você, tem algum desenho favorito da infância? Já experimentou a nostalgia de assistir de novo? Vale a pena ;)

domingo, 30 de junho de 2019

June Festival



No embalo do finzinho de Junho o triângulo mais aleatório da internet está aqui para abrir um post muito especial. Falarei de um dos maiores consolos de quem nunca saiu do país: a famosa Festa Junina!

 Ok, ela não existe só no Brasil, foi trazida da cultura portuguesa, aliás, para celebrar os Santos Antônio, Pedro e João, muito populares entre os católicos. As datas das celebrações litúrgicas deles são bastante próximas: 13, 24 e 29 de Junho, respectivamente. Porém, algo meio irônco é que a festa não foi originalmente criada para celebrar os santos. Grande prova são as fogueiras. As benditas surgiram numa tradição pagã de celebrar o solstício de verão, que ocorria em Portugal na mesma época em que hoje são os festejos.
Então, você que acha que toda "profanação" do mundo está concentrada nos jovens brasileiros do século XXI, saiba que os europeus de antes de 1500 já não ligavam de misturar as festinhas mesmo em dia de santos.
 O que vocês acham sobre isso? Eu confesso que já esperava. Embora a gente chame de "São João" esse evento não é mais tão religioso por aqui. Quem quiser saber mais, só pesquisar no Brasil Escola, no Terra, Super Interessante e demais sites confiáveis, onde eu catei ;)
No mais, aproveitemos as festas que ficaram pra gente, ou ignore tudo da sua cama se não gostar de salsichão.