sexta-feira, 6 de dezembro de 2019

Sonho

Resultado de imagem para dream art"
(créditos da imagem a Phantom Rin )

 Você já deve ter tido um sonho. Nem que fosse o sonho de comer algo que nunca experimentou, ou um bando de imagens soltas na mente enquanto dormia. Alguma leve alucinação positiva. Não à toa, um desejo forte ou as imagens do sono têm o mesmo nome.
 É louco como por mais que os sonhos tenham muitos elementos da realidade, ou que algumas vezes sejam feitos por desejos nossos de felicidade, ainda pode ser difícil admiti-los para outras pessoas.
 Sei lá, conheci gente que quando entrava debaixo do chuveiro, com as portas trancadas e o som da água abafando, deixava a voz linda que tinha se soltar; mas no dia-a-dia não tinha coragem suficiente de acertar o tom na frente do mundo. Gente que treinava discursos sensacionais em casa, mas se deixava ser refutada na primeira oportunidade. Também tem o pessoal que sonha estar beijando alguém, mas nem olha na cara da pessoa. 
 Eu queria muito entender esse fenômeno. É auto-sabotagem, certeza. Mas o que causa? Falta de confiança? Acontecimentos que desconsideramos quando estamos só imaginando? Vergonha de quem somos? Um monstro interno idiota que inferniza a cabeça?  Minha teoria atual diz que pode ser tudo isso ao mesmo tempo, mas é só um palpite. Fica aberto para o que quiserem acreditar. Entre erros e acertos, tropeçando e levantando no fim das contas, lá no fundo, é isso que nos guia: o que acreditamos.
O que sonhamos.

segunda-feira, 18 de novembro de 2019

Calada da Noite

"Caminhávamos à beira-mar. Os sons e as cores da festa ficavam mais distantes a cada passo na areia. Ali em silêncio, sob a luz das estrelas e com a brisa do mar balançando nossos cabelos e roupas, eu sentia paz; estava próxima da felicidade. Você já esteve numa festa e saiu à francesa só para observar o céu? Posso garantir que é mágico.
 Mas naquele dia foi melhor ainda. Os pés descalços e a maresia pareciam apenas complementar a presença física que seguia alguns metros atrás de mim. Era bom ter alguém ali e, mesmo assim, o momento continuar sendo meu.
 Seguimos caminhando sem dizer nada. Em alguns momentos, unhas se esbarravam e desesbarravam harmonicamente só para selar que tínhamos um ao outro ali. Isso era o que  eu mais apreciava: não precisávamos de palavras.
 Para a cultura "normal" aquela era uma cena de loucos. "Como assim você prefere se calar do que embebedar?" "Para quê esse tempo para você?" "Como podem ter certeza se ninguém diz nada?".
 Eu odiava usar palavras. Inimigas até dos autores, esses conjuntinhos miseráveis de sons da garganta! Já haviam me perturbado tantas vezes; ali somente elas estragariam a harmonia do momento. Xeretas implacáveis, venceram minha serenidade para se meter onde, a princípio, não haviam sido chamadas. Quando dei por conta, já estava obedecendo a cultura extrovertida:
 - Então você também gosta de ir pro seu canto...
 - Sim! Quer dizer... sempre gostei, mas... acho que só descobri agora."

Pessoal, esse é um trecho de um conto que escrevi há uns dois anos +-. Esbarrei com ele outro dia folheando um caderno antigo, e me passou um conforto tão bom que quis compartilhar parte dele aqui   com vocês. O que acharam  da minha escrita literária? Espero que tenha trazido tantas boas sensações quanto trouxe pra mim.
PS: essa cena não é real, mas eu realmente já saí de festas no meio para olhar o  céu...

domingo, 27 de outubro de 2019

A Sutil Arte de Ser Fanfiqueiro


Olá, aliens, paredes e leitores fantasmas que me acompanham! Hoje no blog o texto será sobre o estudo de uma espécie rara de ser-humano: os fanfiqueiros. Essa gente que acha que pode re-escrever as histórias que eles acompanham, ou misturar algumas diferentes, juntar gente que nem se conhece, enfim... fazer balbúrdia na Literatura! 
O mais incrível: eles podem. Como? O que faz eles acharem que têm esse direito? Por que? Como se alimentam? Você descobrirá aqui, no decorrer desse post, só continue lendo (e não esqueça o comentário no final). 
Primeiramente, devemos observar os processos que formam os fanfiqueiros. Geralmente eles começam a se manifestar quando o futuro autor confunde um casal de amigos com um casal de namorados, e precisa lidar com a frustração do shipp favorito não ser real. Bem, se ele ficar revoltado e não souber conviver com isso, aí está um escritor de fanfics em potencial. Claro que esse tipo de texto não é exclusivo dos romances, então qualquer situação revoltante numa história pode ser a musa inspiradora de uma fanfic. Como uma situação real também serve para inspirar qualquer texto, então é válido dizer que um livro comum só não é uma fanfiction porque sabe fingir que é menos fictício. Já os fanfiqueiros vivem assumidamente "na Disney".
Tudo publicado nesse estudo "seríssimo" é absolutamente verídico pois meu hobby, paixão e acalento de vida são esses textinhos cheios de potencial, mas muitas vezes menosprezados. Se você escreve, deixa seu link aqui; se acompanha, diga alguma que gosta; se odeia, espero uma explicação (se houver).
Leiam na sombra e até o próximo post!



domingo, 13 de outubro de 2019

Youth


Tava demorando para eu colocar Legião aqui no blog! Vai ser com a música mais batida deles porque ,já diria uma das letras da banda, "O que eu mais queria era provar pra todo mundo que eu não precisava provar nada pra ninguém". 
 Todo brasileiro com acesso a energia elétrica, já deve ter escutado Tempo Perdido, ao menos uma vez na vida, ainda que não lembre. Ela é uma das mais famosas do rock nacional, tanto que, embora o vocalista, Renato Russo, já tenha falecido há mais de 20 anos, há uma boa quantidade de millenials por aí que já engatou a faixa em alguma playlist do celular. 
É muito louco parar para pensar nesse fluxo de público. Se hoje a canção tem muitos ouvintes nostálgicos, que acompanharam o lançamento dela em discos de vinil, impressiona a quantidade de adolescentes que sabem entoar seus versos mais famosos. São jovens tentando recuperar o tempo perdido e adultos com todo o tempo do mundo, todos unidos, aquém da idade, pela música. 
 Citei apenas essa, mas a banda tem uma quantidade enorme de faixas que vêm provando ser atemporais. Fico imaginando o que sentem os membros ainda vivos quando vêem toda essa mistura de gente cantando junto dos riffs que eles compuseram. Distantes de tudo, presos em seu próprio tempo? Talvez; ou só ignoram uma dor nas costas e a própria data de nascimento. Afinal, um número não deveria definir uma pessoa.
 ENFIM, sei que estou divagando bastante, então vou parar por aqui. Qualquer dúvida, só perguntar XD 

Por hoje é só. Para quem acredita, bom dia de nossa senhora, e não esqueça de manter vivo o jovem dentro de você ;) 

(se quiser, é claro)

domingo, 29 de setembro de 2019

Fones de Ouvido

Têm momentos em que a gente simplesmente sente que não está na frequência do mundo ao nosso redor. Todos sorriem mas você sabe que aquilo está errado. Ou exatamente no momento em que se alegra, começam a chover reclamações ao seu redor.
Pode ser incômodo ouvir isso, mas existem coisas mais importantes acontecendo na sociedade do que seus sentimentos em determinada hora. Porém, dentro de você, isso não pode ser ignorado. Merece ser ouvido e respeitado (para rimar). Só nós mesmos caminhamos conosco 24 hrs por dia, em todos os momentos da vida, no bem e no mal. A gente precisa se entender um pouquinho.
Mas como fazer isso no meio da confusão de rotinas corridas e outras milhares de cobranças e necessidades dos que estão ao nosso redor? Eu ponho fones de ouvido. Não precisa ser no máximo quando tem alguém falando. Nem dá pra ser o tempo todo, claro. O objeto desperta carência em quem gosta de ser muito ouvido. Mas sempre que possível, procuro uma música que traduza meu pensamento, minhas alegrias e tristezas. Programo, coloco os fones (para não incomodar também) e aperto o play.  É uma ação introspectiva. É libertador.

quinta-feira, 12 de setembro de 2019

Eventos Literários



Não, ainda não foi dessa vez que o blog acabou. Peço desculpas pela demora mas o post de hoje precisava de um tempinho para recolher informações, mas garanto, vai valer muito a pena. Como dá para ver nas imagens da "ótima" câmera do meu celular (e quem me segue sabe), meus últimos dois fins de semana se resumiram em Bienal do Livro. 
Já é quase um evento oficial na minha agenda, desde quando eu lia meus gibis da Mônica. Sempre que chega a bienal, é o momento de ficar off e aumentar a lista de leitura. Nem preciso dizer que, indo como autora nos últimos anos, realizei um sonho <3
Você já foi em algum evento literário? Daqueles em livraria que distribuem brindes e etc? Pois é imagine um negócio desses numa área absurdamente maior. Para se ter uma ideia: o evento ocorreu no Riocentro, um espaço de convenções que mede apenas uns singelos 98 mil metros quadrados (fora a área verde ao redor). Para quem tem a livraria como habitat natural, estar lá nas duas semanas em que ocorre pode ser mais extasiante do que ir a um show. Digo por experiência própria ^^
É tão legal ver tanta gente reunida em prol da leitura! Dá até esperança na humanidade. E a energia lá é tão intensa que nem censuras passam; e até mesmo as filas enormes,em stands de livrarias e editoras mais procuradas, são compensadas. Dá para encontrar livro de tudo que você possa imaginar lá dentro; fora as palestras, eventos, autógrafos, encontros com autores e etc... É definitivamente uma das melhores coisas da complicada cidade do Rio de Janeiro.
Lado ruim: quem vai, geralmente acaba gastando mais do que pretendia.

domingo, 25 de agosto de 2019

Distopia da Realidade


 O tema do blog hoje não é dos mais tranquilos. Ouvindo tanto sobre a situação da Amazônia, resolvi fazer esse post que toca no assunto e vai um pouco mais além na questão ambiental. É muito engraçado que a gente só se preocupa no momento que alguma mudança climática acontece, e no instante seguinte, já estamos gastando muita energia, água e etc, achando que é bobeira se preocupar com a morte de qualquer ser vivo que não seja da nossa própria espécie.
O vídeo acima pode não ser de nenhuma fonte famosa, apenas uma projeção, uma possibilidade, porém, lembrei dele por ter me marcado muito quando assisti pela primeira vez, na escola, pela alta possibilidade de não ser muito diferente das projeções climáticas para o fim do século. Estamos vivendo a era de ouro da tecnologia, e aproveitando como se não houvesse amanhã. Tudo muito interessante e se for bem trabalhado, poderemos conseguir feitos cada vez mais grandiosos. Pois bem, para toda ação há uma reação; tudo tem consequências. Já diria Miranha, "Com grandes poderes, vêm grandes responsabilidades".
 Sendo assim, se estamos tirando energia e matéria da natureza para produzir nossas tecnologias, o que acham que pode acontecer se isso for feito de forma irresponsável? O vídeo é uma das possibilidades reais. Eu sei que tudo parece um sonho por agora, mas lembrem-se que um dia a conta virá. Não é pessimismo, é responsabilidade. Se a gente arcar com ela, e cuidar, cada um como puder, provavelmente as projeções serão melhores. Jogando menos comida no lixo por exemplo, parece algo muito pequeno, mas somando toda a comida que a gente joga no lixo a vida inteira, imagina o tamanho do monte podre que jogamos no planeta.
 " Ah, mas a comida ia apodrecer e se decompor de uma forma ou de outra." Sim, mas conhecendo o nosso sistema de lixo, você acha que essa comida virou adubo ou chorume? Pilha e bateria eu não vou nem entrar muito a fundo porque o estrago é maior ainda; ainda por cima, com o chrume misturado com o do restante dos materiais descartados. Já viu o estrago, né?
 Por isso, independente de quem é a culpa por uma catástrofe natural, todos nós devemos fazer a nossa parte. Porque todos contribuem diariamente para a destruição do planeta, essa é a verdade. Podemos tentar mudar alguns hábitos para diminuir isso, ou reclamar para caramba no computador, desfrutando da energia elétrica e todos os metais presentes nestes nossos aparelhinhos. No fundo, se você não entendeu alguma parte do texto, não tem problema. Se sentiu péssimo por contribuir com a situação, não se sinta. Eu mesma tô falando e sempre falo por um computador, não é mesmo? O que importa é tentar começar a cuidar da natureza.
 (Se você realmente se importa e quiser uma sugestão, mude um hábito. Talvez, reduzir os minutos no chuveiro já ajude. Aquelas regras básicas que sempre vale a pena repassar. E me cobrem também!)

sábado, 10 de agosto de 2019

Escrevi um Post Escrito sobre Escrever


Mais um fim de semana à noite e eu em casa, escrevendo minhas maluquices! Quem se acha normal vai torcer o nariz, mas o ato de escrever já é uma grande loucura. No caso daqui, sentar na frente de um computador, e se concentrar em passar as coisas que curto dentro das normas gramaticais, de forma compreensível, tendo o cuidado de editar tudo, desde o design da página e atualizar regularmente, dando ouvidos a o que os leitores pedem, mas sem esquecer das minhas inspirações, e mantendo o tom. E não dar ouvidos a quem está ao redor que geralmente pensa que no computador a gente só procrastina ( faço isso apenas 90% do tempo, mas não o TEMPO TODO). Ou quem diz que ser escritor é perda de tempo, ou que não há mais espaço para autores bem sucedidos. Sem ganhar um centavo para isso.
Devem estar se perguntando: " Mas por que essa criatura continua fazendo isso?"
 Porque é tão bom! Colocar as ideias para fora sem julgamento social. Aqui eu não sou a imagem que fazem do meu nome. Aqui eu sou o que penso, o que acredito, o que curto. Eu. E é muito legal desvendar o mundo através das palavras. Ainda tenho muuuiiito a melhorar na escrita, mas é por isso que vou continuar tentando, já que nos dias de hoje, perder sextas, sábados e domingos preocupade com textos é quase uma característica alien.
Nas horas que a gente buga, em que tudo parece estar certo, mas ainda há algo incomodando em algum lugar e nem nós mesmos sabemos o que é; nesses momentos escrever compensa demaiis. Pode ser a coisa mais idiota do mundo, a gente consegue administrar essa ideia quando escreve e alinhar um pouco os pensamentos com o mundo real. Não sei se vai fazer sentido para você, mas conheço muita gente que mascara tudo que sente agindo com polidez. É quase como um teatro que a gente faz para nós mesmos para a gente se convencer de que está bem e que tem fingir que não está sentindo nada de diferente. Escrever é quase como entender o que está acontecendo ou ao menos encarar.
 De qualquer forma, não estou fazendo nada de mal a ninguém (até onde sei). Então, se você gosta de sair muito, pegar mil pessoas e mostrar para o mundo que chegou no rolê, parabéns. Nada contra, mas tem gente que prefere  de outro jeito, só isso. Não force a pessoa que não interage a se enturmar. Muitas vezes ela está aproveitando também, mas do jeito dela. Disso sei, rs.

domingo, 4 de agosto de 2019

Há Letras por todos os lados...

 Pessoas, hoje o post também é um assunto que alguns têm me pedido há um tempinho... Como escrevo, trabalho num curso, estudo e sempre fui louca por livros, uns caracterizinhos resumem bem o que vejo na minha frente todo santo dia: letras. Isso, claro, sem contar o tanto que as pessoas falam, não é? Aí 90% do dia de todo mundo vira língua.
 Geralmente costumam lembrar da Matemática, da lógica, como um conhecimento que é compreendido em qualquer lugar do mundo. Isso é verdade e um dos motivos de eu também achar a área de exatas tão legal (já aguardando leitores chocados). Mas junto disso, por todo o Brasil, toda a América, todo o planeta, até os confins, onde houver ser-humano acordado vai ter gente se comunicando, por gestos, sons ou ruídos.
 "Ah, mas eu sou introspectivo, odeio conversar, não sei falar o que eu sinto". Calma, eu também não, mas ainda assim estamos os dois aqui se comunicando, bem ou mal. Eu escrevendo, você lendo, mas se lê é porque sabe falar. Não que seja obrigatório falar muito, nem de longe. Muitas vezes quem fala demais até se perde no que diz. A questão é que mesmo de jeitos diferentes, com sotaques diversos, e até idiomas se batendo pelo mundo, todo mundo se expressa. Chorando, vestindo roupas pretas, gritando, falando ou fazendo qualquer outra coisa, a gente passa uma mensagem para quem nos vê, certa ou não.
 Até os números, fórmulas e cálculos, nada mais são do que uma forma de expressão de um raciocínio. E atire a primeira pedra quem não teve aula de Matemática com um professor falando kkkk

Todo esse texto foi para provar que Linguagens é tão importante quanto Exatas. Brincadeira, a realidade é toda misturada, essas coisas nem deviam ser tão separadas na escola. E se alguém encher seu saco dizendo que você fala pouco, ou fala muito só lembre que cada um fala de um jeito. (Tirando se quem disser isso for um médico, aí você se cuida direitinho, ok?)

segunda-feira, 29 de julho de 2019

Saudações, Marcianos!


Possíveis aliens que param para ler isto aqui, fiquem felizes:hoje o post é pra vocês! Com essa onda de memes sobre a invasão da área 51, entre várias sugestões que recebi em algumas redes sociais, aproveitei o tema. 
Para quem não sabe, os memes se referem a um desses eventos de shitposting do Facebook, feito só para zoar, já que não se sabe nem se existe essa tal área americana onde esconderiam ETs. Acontece que muita gente confirmou presença no evento, alguns começaram a levar a sério... aí pronto, meme interplanetário produzido com sucesso! 

E já que o assunto é sobre vida em  outros planetas, não podia deixar de mencionar a grande colaboração da eterna Beth Carvalho no contato interplanetário. Não está entendendo? Em 1997 estava ocorrendo a missão Mars Pathfinder, organizada pela NASA para explorar o planeta vermelho (e procurar vestígios de vida). Pois bem, em determinado momento dessa missão, uma cientista carioca que trabalhava na agência espacial americana enviou as ondas da música pelo espaço até alcançar o robô Sojourner, que precisava "acordar" e voltar para suas atividades.
Segundo relatos, outras músicas também foram enviadas para acordar o robô sonolento (rs), mas desde que soube dessa história sempre fiquei imaginando se realmente houvessem aliens em Marte, como seria a reação deles ouvindo um samba brasileiro. Daí, fiz essa montagem linda aí de cima kkkk
Se possível, digam o que acharam ;)

domingo, 21 de julho de 2019

Animal Racional


 Aliens, invasores da área 51, robôs, e quem mais tem paciência de me ler, primeiramente muito obrigada por acompanharem este blog por onde vos falo. Venho avisar que o post de hoje é um pouco complexo, não por ser um tema difícil, mas porque ele vai ser na verdade sem um tema fechadinho,  um conjunto de reflexões que ando fazendo...
 Pode parecer estranho, mas uma parada pela qual me interessava muito quando era mais nova eram estudos. É sério, sabe aquela curiosidade louca que dá quando você vê uma chamada em um site "Esse Fenômeno Acontece Todos os Dias e Você Nem VÊ". Pois é, dá para sentir a mesma coisa numa fonte confiável que a gente recebe da escola ou dos nossos pais, chamada livro escolar. Eu sempre ameii ler, mas enquanto ninguém tinha dinheiro para comprar um gibi ou revista novo para mim (livro só duas vezes ao ano porque sempre foi mais caro, e já  tinham muitos herdados em casa) algumas vezes, quando estava fora de casa, e não tinha muito para fazer, eu pegava o livro escolar para me distrair, e acabava me amarrando nas coisas interessantes que descobria (e mandando bem na prova, cof, cof, desculpe modéstia).
 Bem, somando o fato que já mencionei aqui nos posts iniciais sobre ser introspectiva, posso dizer que passei boa parte da vida agindo de maneira mais racional do que emocional. Não significa que eu não tenho sentimentos, ok? Eu só não sou boa em me expressar de maneiras normais, e por isso fico aqui escrevendo . 😆
 Tá, mas e onde entra a reflexão nessa história? Pois é, aos poucos, o acúmulo de conhecimento sem motivo pode levar a gente a conhecer muitas coisas desagradáveis. É bom sair de uma ilusão, povo; é legal descobrir que o mundo é muito mais complexo do que parece; é maneiro começar a pesquisar maneiras de mudar as coisas. Não desistam de fazer algo para tentar melhorar a vida, sua e/ou de alguém, nunca. O problema é que mais aos poucos ainda, fazendo muito a trouxa na vida, fui descobrindo que algumas coisas simplesmente são muito mais difíceis de resolver do que parece. E pior: muitas coisas têm sim uma solução, mas ninguém quer fazer alguma coisa. Quando isso acontece é muito frustrante porque não dá também para forçar alguém a fazer algo que não quer. Vai ficar mal feito, vai ter gente te odiando, raiva, não tem jeito.
 Então vou deixar a pergunta aberta, para quem quiser fazer um debate saudável aqui nos comentários: Tem coisas que valem a pena a gente não saber?

domingo, 14 de julho de 2019

Rock N' Girls



Amy Lee; Pitty; Paula Toller; Baby Consuelo; Joan Jett; Cássia Eller; Rita Lee; Tina Turner; Alanis Morissette; Avril Lavigne; Taylor Momsen; Hayley Williams; Gwen Stefani; Florence Welch; P!nk... Você provavelmente conhece algum desses nomes entre os de vááárias outras artistas do rock. E ainda há quem defenda que Rock seja um gênero "masculino".

Apesar de um número considerável de bandas formadas apenas por homens, o estilo musical também conta com diversas bandas de integrantes femininas, algumas até exclusivamente. Uma de que sempre lembro é Agnela, um conjunto nacional formado por quatro meninas. Outra memória que tenho do rock na minha infância era Demi Lovato e seu eterno Camp e, acreditem se quiser, Miley Cyrus. Pra quem não sabe, ou não se recorda, ela conseguiu o papel de Hannah Montana cantando I Love Rock and Roll , hino de Joan Jett. Inclusive, as primeiras músicas da série tinham ainda uma pegada forte de baterias, baixos e guitarras entre as botas e jaquetas da protagonista.

O que muita gente também desconhece é o fato de o rock ter sido embasado em algumas músicas gospel de uma mulher negra. É isso aí. Sister Rosetta Tharpe, retratada no vídeo acima, pode ser pouco conhecida hoje em dia, mas com suas performances que ousavam misturar jazz e blues nas notas de uma guitarra (instrumento bastante polêmico em 1940 pelas distorções elétricas),  a artista era ídolo de figuras como Elvis Presley e B.B. King. Elvis, o rei do gênero, cresceu apaixonado e totalmente influenciado pela música dela, segundo conta a História da música.

Divisão generalista, infelizmente, é algo sempre presente nas sociedades; ainda mais quando o assunto é gênero. Pouco se sabe sobre homens no nado sincronizado ou no balé, assim como as mulheres costumam ser desmotivadas a virarem jogadoras de futebol ou ouvir rock. Ainda bem que todas essas divas aqui provam que o gênero pode ser unissex sim.

segunda-feira, 8 de julho de 2019

"Açúcar, Tempero e Tudo Que Há de Bom!"

É engraçado como algumas crianças acham idiota assumirem que gostam de desenhos animados. Será que esquecem que todo adulto já foi criança? Sim, o post de hoje será sobre desenhos animados, e eu já aproveitei a deixa para deixar aqui a imagem da minha animação favorita na infância(Quero ver quem lembra desse filme kkkkk).
É engraçado também que alguns adultos gostam de fazer que esqueceram da infância. Gritam com os colegas de trabalho, exigem seriedade, pagam boletos, fazem tudo por um emprego... Até que mudando de canal, sem querer, se deparam com um especial de um desenho que marcou a infância. Nesse momento privado, por alguns minutos, pode ser criança né?
Acho impressionante essa capacidade que algumas animações têm de transportar a gente de volta no tempo. Não sei vocês, mas eu ainda fico meio impactada quando escuto aquela vinheta "Açúcar. Tempero. E tudo que há de bom". Talvez alguém que não era tão absurdamente viciado em ppg quanto eu possa não ficar, mais duvido não ter a mínima reação quando assiste um programa que marcou a infância.
O mais interessante é que os desenhos (cartuns, principalmente) costumam ter dois modos de interpretação: um infantil, mais ligado no enredo em si e nos eventos chamativos; outro para os pais e parentes mais velhos que assistem junto da criança, ou sozinhos mesmo, com menções à sociedade, fatos da época...
Por isso, mesmo com muitas coisas absurdas, como as toalhas que o Pato Donald usa ao sair do banho, todo meu respeito aos desenhistas, os artistas do desenho. Conseguir dialogar entre públicos e marcar alguém não é para qualquer um.
E você, tem algum desenho favorito da infância? Já experimentou a nostalgia de assistir de novo? Vale a pena ;)

domingo, 30 de junho de 2019

June Festival



No embalo do finzinho de Junho o triângulo mais aleatório da internet está aqui para abrir um post muito especial. Falarei de um dos maiores consolos de quem nunca saiu do país: a famosa Festa Junina!

 Ok, ela não existe só no Brasil, foi trazida da cultura portuguesa, aliás, para celebrar os Santos Antônio, Pedro e João, muito populares entre os católicos. As datas das celebrações litúrgicas deles são bastante próximas: 13, 24 e 29 de Junho, respectivamente. Porém, algo meio irônco é que a festa não foi originalmente criada para celebrar os santos. Grande prova são as fogueiras. As benditas surgiram numa tradição pagã de celebrar o solstício de verão, que ocorria em Portugal na mesma época em que hoje são os festejos.
Então, você que acha que toda "profanação" do mundo está concentrada nos jovens brasileiros do século XXI, saiba que os europeus de antes de 1500 já não ligavam de misturar as festinhas mesmo em dia de santos.
 O que vocês acham sobre isso? Eu confesso que já esperava. Embora a gente chame de "São João" esse evento não é mais tão religioso por aqui. Quem quiser saber mais, só pesquisar no Brasil Escola, no Terra, Super Interessante e demais sites confiáveis, onde eu catei ;)
No mais, aproveitemos as festas que ficaram pra gente, ou ignore tudo da sua cama se não gostar de salsichão.

sábado, 22 de junho de 2019

Tocando no TOC


Esse vai ser talvez um dos textos mais difíceis que já fiz na vida. Incluindo os da faculdade. Mas sei que é quase uma responsabilidade, no lugar de fala que estou, tratar dessa questão. Dizendo o que penso num espaço onde as pessoas me ouvem, mais cedo ou mais tarde esse assunto iria aparecer, então, decidi encarar de vez.
Fui diagnosticada com TOC aos 13 anos pelo meu primeiro psiquiatra. Estando na pré-adolescência, não diria que fiquei exatamente tranquila com a notícia. Pois vejam bem, eu estava começando a descobrir quem era  e de repente vem a bomba de que cientificamente eu não passava de um tipo de doente mental (Ou como diriam os psicólogos "uma transtornada psíquica").Não podia confiar no que eu pensava, acreditava ou fazia, porque minha mente estava tomada por uma doença. O que restava de mim então?
 Lembro de uma vez estar assistindo um programa na TV sobre problemas psicológicos e fiquei noiada por um bom tempo, embora não tivesse falado sobre isso com ninguém. O programa em questão mencionou o transtorno de Ansiedade e seus derivados, onde entre eles se encaixa o maldito TOC. Até aí eu já sabia, tinha ouvido diversas explicações de especialistas sobre o que eu tinha, podia até dar uma aula sobre. O que me encasquetou foi terem chamado a doença de "mal da alma".
Só para contextualizar, cresci numa família muito religiosa e até hoje dou bastante importância para meu lado espiritual. E algo que SEMPRE me dá gatilhos de ansiedade é a sensação de culpa. Se algum dia eu te fiz alguma coisa e você vier tirar satisfação comigo, tenha certeza que, mesmo que eu não tenha demonstrado, eu já fiquei me punindo mentalmente umas 6214762174672644 vezes. Em valores aproximados.
Logo, passei o mês seguinte à presunçosa reportagem achando que minha alma estava condenada por Deus. Hoje sei que até o que um jornal diz pode ser uma enorme de uma besteira, e conseguiria eliminar esse pensamento mais facilmente da cabeça; mas em início de tratamento... Só tenho a agradecer a esses "excelentes profissionais" que escrevem sobre desgraças reais alheias. Nada contra o jornalismo galera, ainda é uma das fontes mais fidedignas de notícias que temos na atualidade. Mas não desmereçam escritores de fantasia só pelos textos não serem supostamente "reais" ;)
ENFIM, apesar de tudo, estou bem, obrigada. Mas se conhecer alguém com essa doença ou qualquer outro transtorno, lembre-se que não é frescura. Se fosse algo controlável, certamente ninguém escolheria ficar doente. Meu conselho é minimamente demonstrar para essa pessoa que ela não está sozinha. Dar o espaço que ela pedir também pode ser bom. Antes de qualquer coisa, doentes são humanos e humanos merecem respeito ✌

terça-feira, 18 de junho de 2019

Entreouvidos Aleatórios


Esse post será dedicado a todos os autores daquelas frases geniais que a gente ouve no meio da rua e não sabe de quem é. Mas ficam no nossa cabeça. Coisas como "entre a esquerda e a direita eu prefiro ir para frente" e também pérolas como "aquela música romântica do Legião Urbana, Índios". Olha, se alguém conhece os criadores das frases que aparecem aqui, por favor me avisem, porque eu quero parabenizar essas pessoas por alegrarem os momentos em que me deslocam pela cidade.
 Outro dia, por exemplo, estava entediada no trem, quando acabei soltando uma sonora gargalhada com uma conversa entre duas crianças:
"- Soltei um pum!
- Caramba, não faz isso aqui! Minha avó tá aqui perto!
- E daí, ela não solta pum também?
- Claro que não, né?"
Assim, não me lembro com exatidão das palavras, mas tomei a liberdade de escrever aqui o que eu acho que foi dito. De qualquer forma era algo desse tipo. Se imagine sério num percurso entre trabalho e faculdade ouvindo isso. Virei motivo de vergonha alheia com minha gargalhada alta dentro do vagão, de repente.
Essas amostras das conversas das pessoas e atitudes micosas sempre me fazem pensar que tipo de comentário, aliens fariam da nossa espécie, se nos encontrassem. Acho que não seria muito diferente do meme acima XD
E vocês já ouviram coisas estranhas no meio da rua? Mencionem aqui se valer a pena. Ou não... rs.

sábado, 8 de junho de 2019

Imperfeição

Olá, ser olhando para uma tela! Não vou te chamar de leitor. Afinal de contas, leitores leem, e isso aqui certamente não é digno dessa ação. Ah, não; não é um texto, nem arte, muito menos Literatura. Eu nem escrevi isso. Claro, porque escritores não fazem blogs, eles escrevem. Obra também muito menos, porque não tá nem perto da definição de arte. Publicado, você ainda pergunta? Publicações devem dar muito trabalho, e com certeza programar uma página eletrônica para postagem não dá nenhum. Essa coisa aqui não é digna de ser nomeada. Ou melhor, qualquer nome na Língua Portuguesa vale muito mais do que essa porcaria.
Queria chamar de informação, de conversa, mas esses dois termos também podem ser muito atrelados à política(gem), então é realmente melhor chamar de coisa. Não possui autor também, porque autoria certamente envolve algo mais elevado do que isso. Escritora, nem pensem nisso, é profissão de luxo, porque aliás, todo mundo lê nesse país.
E como diria Renato Russo:
" podemos celebrar a estupidez de quem cantou essa canção"
Espero que a ironia aqui tenha ficado evidente. Curto bem pouco explicar um texto, mas têm algumas coisas que, infelizmente, só podem ser repassadas na linguagem direta, sem floreios,  suspensões ou conotações. Pode parecer absurdo dizer que isso aqui não é um texto escrito, mas é a mesma coisa que dizer que não teve uma escritora ou um escritor. Por que estou dizendo isso? Para muita gente, fanfiqueiros, blogueiros e afins não são autores. Gostaria de saber a opinião de vocês sobre esse assunto... Se tem um blog, conhece alguém que escreve, será mesmo que essa pessoa está tão longe assim de alguém com um livro físico publicado? Deixo o post com a questão para ser refletida.
🤔

segunda-feira, 3 de junho de 2019

Meu Pequeno Pônei



 Tô ferrada. Dei a sugestão e pediram ela. Pessoas e robôs que me leem, esse post será sobre pôneis e unicórnios saltitantes. Aviso que eu não faço a menor ideia do que vou dizer ao longo do texto, porque falei sobre essa ideia zoando. Reparem que o desespero foi tão grande que eu tive que recorrer a um meme velho para tentar complementar a escrita aqui.

 Unicórnios nunca foram estimados na minha infância nem durante a adolescência quando eles resolveram, de repente, entrar na moda. Acho que meu maior momento de contato com os seres chifrudos foi quando lançou o filme Equestria Girls, que assisti muito só para ver como era, e acabei gostando. Veja bem, a ideia de garotas com orelhas e rabos de pônei me parecia bastante peculiar, eu tinha que assistir para no mínimo dar umas risadas. Mas aí o feitiço se virou contra mim: o enredo me prendeu e quando percebi já tava cantando "hey, hey, todo mundo!" junto com o filme...

 Alguns puristas no assunto podem estar me julgando agora, achando que não sei que pôneis não são necessariamente unicórnios. Ahá, se pensaram nisso duvidaram da minha astúcia! Para quem tem mais o que fazer da vida, os pôneis existem, na verdade, são cavalos pequenos. Eu já andei em um e me arrependo disso porque o coitado não merecia carregar uma criança com medo de altura no lombo. Mas ENFIM, os unicórnios já seriam uma espécie de lenda que criaram para alimentar a ideia de cavalos com chifres (mágicos). Tem também o cavalo alado, que seria a história do unicórnio, só que com asas. As vezes eles se fundem e aí vem a figura mais mítica ainda que é o unicórnio alado, como o caso da Twillight Sparkle (Não tem nada a ver com Crepúsculo, é só a protagonista de MLP e Equestria Girls).

 O fato é que, bem ou mal, esses seres já fizeram mais sucesso na vida que muito ser real, com direito a livros, séries, fantasias, posts e recentemente, até uma gramática de instagram. Independente dos poucos cavalos de plástico que ganhei na infância, os bichos realmente merecem seu destaque.

quarta-feira, 29 de maio de 2019

Mais Nerdices


Fim de semana nerd, coincidentemente, essa semana o WSU também fez aniversário. Não sabe o que é WSU? Bem, não tem problema. WSU é um grupo de escritores de ficção do qual faço parte. Acho que já disse isso aqui, mas não custa reforçar, meus links de escrita estão no rodapé da página para quem quiser conhecer um pouco do meu trabalho mesmo (aliás, vou tentar jogar os links para uma barra lateral aqui na página, em breve, para ficar mais visível).
Tem gente dizendo que falo muito "enfim", então vai ser meu bordão no blog, ENFIM, o WSU tem muita coisa além de "Oclusiva", que é a minha contribuição para o grupo. Vai de vampiros a justiceiros esquizofrênicos, demônios à padres, passando por almas de todos os níveis pós-vida e super heróis. Todos são mal resolvidos na vida e talvez você se identifique ou os xingue. A sigla vem de Writers Society Universe, o que em português significa o originalíssimo nome "Universo da Sociedade de Escritores". Apesar dos multi-temas, a ideia era criar tipo uma DC ou Marvel brasileira, então todos esses personagens convivem em um mesmo universo literário, o que dá uns crossovers interessantíssimos de vez em quando. Estou trabalhando em um agora chamado Frente Jovem, que basicamente, vai reunir todos os personagens adolescentes do grupo, incluindo a minha, Isabela (<3), uma garota NADA agradável, mas com muitas cicatrizes da vida e um enorme desejo de ser útil no mundo. De combo, ela solta uns raios por aí. Se esse projeto vai dar certo ou não, só conferindo quando estrear. Anyway, fica aqui o link do grupo: https://fanfiction.com.br/u/743030/
Bem, para fazermos tantas histórias nessa pegada geek, talvez você já possa adivinhar que os autores são todos nerds de carteirinha. Se pensou isso acertou, e logo, não poderíamos deixar passar batido o filmaço da Marvel, nossa concorrente americana rica e inspiradora, Ultimato. Um dos meus amigos, que me ajuda a revisar alguns textos, Matheus Rodrigues, fez um post interessante sobre o filme. Deixo aqui, uma "divulgaçãozinha" por meio de livre e espontânea pressão. Um trechinho cortado para quem se interessar procurar o escritor:


"VIAGEM NO TEMPO: É UM PROBLEMA? Respondendo à pergunta do título: talvez seja. Como um espectador da série Flash, não vi maiores problemas em relação a este conceito, mas pude acompanhar em canais de entretenimento que isto gerou um “bafafá” daqueles na comunidade, além de muitos espectadores que saíram confusos do cinema. Tratar de viagem no tempo é SEMPRE algo complicado, visto que ela sempre traz problemas como paradoxos, linhas do tempo alternativas, incongruências e até mesmo furos de roteiro, Não tratarei da questão científica aqui (farei outro post sobre isso, se a Chefe Suprema deste blog autorizar), mas acho válido falar a respeito do que vi no cinema e fora dele, Boa parte das pessoas ficou confusa com as várias viagens no tempo presentes em Ultimato, assim como suas repercussões (...), porém, acreditem: elas realmente fazem sentido. A Marvel não deixou grandes furos em seu filme, porém foi extremamente ousada ao trazer para o grande público algo tão complexo e espinhoso. O conceito de Viagem no Tempo é complicado de ser trabalhado até em livros sci-fi, logo, num filme Blockbuster seria ainda mais difícil tratar dele sem as devidas explicações sobre Física.
Apesar de termos a mestra do Estranho e o próprio Stark falando da viagem no tempo, esta que é feita através do Universo Quântico que Scott Lang consegue acessar, ainda assim temos pontos que ficam confusos, mas que, de sua própria maneira, conseguem manter uma continuidade. É complicado? Talvez, mas acredite: dá pra entender se você sair do cinema e procurar aquele amigo que fica lendo e assistindo filmes/séries sobre viagem no tempo. Não ter um Cisco Ramon (Vibro da série Flash) para explicar as coisas torna um pouco complexo, mas as coisas se encaixarão naturalmente. Um ponto para a Marvel por trazer algo tão difícil para o grande público e, principalmente, para seus fãs que adoram essas viagens doidas. Foram 11 anos assistindo filmes que foram divertidos, com exceção de alguns que não honraram seus personagens, mas que sempre tentaram trazer um entretenimento. Anos nos quais as pessoas que gostavam de super-heróis e não falavam sobre aquilo puderam conversar, assistir seus personagens favoritos nas grandes telas e sair com suas camisas por aí sem medo de serem julgadas. A Marvel colocou os heróis na boca do povo (seja isso bom ou ruim), e abriu caminho neste primeiro grande ciclo da Era de Ouro dos heróis. Creio que os fãs de ambas as editoras deveriam estar gratos ao que ocorreu, a este “boom” do heroísmo nas telonas. Vingadores: Ultimato veio com a missão de encerrar, e a fez com chave de ouro.

Lembro de quando assisti o primeiro filme do Homem-de-Ferro, um marco para as histórias em quadrinhos da Marvel já que era um herói que, em termos de importância para as HQs da editora, só possuía utilidade em seu supergrupo. Com a atuação impecável de Robert Downey Jr, assisti os 4 longos anos da construção daquele universo cinematográfico (hoje já nomeado de Marvel Cinematic Universe, ou apenas MCU) que culminou no maior evento de super-heróis de todos os tempos: Vingadores. Um filme que provou para todos que sim, você pode colocar seis heróis em cenas recheadas de efeitos especiais e muita ação. Sete anos depois, e muitos filmes após esse grande evento, a Marvel finalmente encerra um ciclo que fora tão importante para qualquer fã de quadrinhos, seja ele mais jovem ou mais velho. Ultimato trata do final de uma saga, mas também o final de uma Era de Heróis no cinema. Abaixo, vamos falar um pouco mais do que aconteceu nesse último capítulo dos Maiores Super-heróis da Terra.
ENREDO (spoilers!)-Vingadores: Ultimato trata das consequências diretas de Guerra Infinita. Após a luta com Thanos, resultando na extinção de metade dos seres vivos do planeta, os Vingadores resolvem caçar seu inimigo para honrarem seu nome e, desta forma, poderem encerrar aquela batalha. Porém, dar um fim ao vilão não traz nenhum conforto para os heróis, resultando em um salto de 5 anos no futuro onde, através dos esforços de Bruce Banner, Tony Stark e Scott Lang, a equipe descobre uma forma de voltar no tempo e desfazer o estrago causado pelo vilão. Através deste plano mirabolante, Stark e seu time se reúnem para enfrentar uma nova versão de Thanos (desta vez vinda do passado) que se assemelha muito ao personagem dos quadrinhos, resultando na batalha final que acarreta o encerramento da trama."

Hoje fico por aqui, o post foi mais de"referências" mesmo (daí o Capitão América na foto. Genial, não? kkk). Espero que tenham gostado. Se não, cada crítica também é bem-vinda. Aliás, sugestões de temas ainda estão abertas e eu estou aqui para me virar com as ideias. Unicórnios voadores, pôneis saltitantes? Sugere e a gente dá um jeito ;)

domingo, 19 de maio de 2019

Você é um vencedor!


Pessoas, robôs e animais que possam estar lendo este blog, hoje a postagem será um pouquinho diferente das demais. Não estou aqui para falar de mim, mas de você. Sim, é contigo mesmo, ser do outro lado da tela. Você que tem um sonho, objetivo ou algo que pretende alcançar... Nem que seja o controle remoto da TV. 
Primeiramente, se dê conta de que um blog idiota resolveu te mencionar. Poderia estar falando de roubo, de morte, mas não, o assunto é sua pessoa. Tem uma relevância isso! (ainda que mínima) Então, a partir de agora, quando quiser ir atrás de algo, mas achar que as coisas estão difíceis demais, use a frase que aprendi com uma amiga de uma amiga minha: "Você é um vencedor!"
Vamos lá, antes de mais nada, se levanta, desencosta de onde você estiver e para de procrastinar. O blog é realmente incrível e fabuloso, mas o post vai acabar rapidinho e tem uma vida aí que quer ser vivida. Você pode até um dia não se importar com ela mas sempre tem algo nela que se importa com você. Vai querer virar vilão de música sofrência?!
A vida é linda e carente. Traiçoeira às vezes, verdade (bastante), mas se você já levou uma rasteira dela e tá aqui lendo esse texto, só prova que, como diria Camões se me desse a honra de estar lendo meu texto, "Tu és vencedor".
Todo mundo é capaz. Se tá aqui é porque ainda dá tempo. Fecha a aba aí e faz o que você sabe que não pode deixar para muito mais tarde. É ruim de perceber às vezes, mas láá no fundinho a gente sabe. Se não sabe com certeeeza, tudo bem, fecha os olhos, respira e aos pouquinhos procura, no seu tempo. A resposta existe. 
Libertem as raposas fazedoras de polichinelo que existem em vocês, como a desse post. Ao menos, tentem. Ninguém aqui é obrigado a seguir o que falo, as vezes nem eu sigo, mas falando sério, o importante é tentar. Let's go?

nota: Camões nunca disse nada como o que citei aqui, ok? Foi só um português famoso usado para que a autora não repetisse o "você". Não coloquem isso numa prova. Se botarem, não me responsabilizo por danos na nota.

segunda-feira, 13 de maio de 2019

NERD


Quatro letras. Uma palavra que colou em mim ainda na infância, como um lacre de garrafa PET. Arredondamento de personalidade. Um estigma, um tipo diferente de charme(com um brinde chamado "passar direto"). E livros. Muitos livros. A vida toda junto deles, dos filmes, dos desenhos e até de pc e jogos. Mas não necessariamente eletrônicos. Eu sempre fui mais do tabuleiro. Ludo, xadrez, jogo da vida, war, rpg ou passeio das princesas. Mistura uma placa lisa com uns peões, tô dentro!
Sinônimo de baixa sociabilidade, não vou negar que forçar simpatia realmente é um treco estranho para minha pessoa. Aliás, quando tento é bizarro, então aconselho não forçar. 
Nós, nerds, temos um jeito próprio, íntimo e pessoal de amar por trás da fachada muitas vezes fria e calculista. E aliás, de onde inventaram que calcular bem é coisa de gente fria? Então nenhum matemático sabe amar?
Cuidado com a generalizações, galera. Ser nerd é assumir, forçado ou não, uma identidade genérica. E é incrível o tamanho do pacote! Gosto, hábito, estética, ideais, futuro, para alguns, tudo sarcasticamente reunido entre um N e um D.
Nem os geeks tão na profundidade da bagaça. Para quem não sabe, o geek é um cara que curte filmes,séries, quadrinhos, mas não necessariamente é um nerd. Muitos são bastante descontraídos e populares, e ser estudioso não faz parte obrigatória do pacote.
Para exemplificar: o próprio Tony Stark, que se tornou personagem ícone nerd. Nos filmes da franquia Vingadores, ele teria superado o Einstein, criando uma forma de conseguir viajar no tempo. Ele não é um personagem com vida? (E põe vida nisso) Einstein por sua vez, muito acima de um mero nerd do mundo real, reprovou na escola e tirava foto com língua de fora.  Inteligência também não é sinônimo de nerdice. Aliás, estudar não é sinônimo de vergonha, ok? Basicamente, todas as portas da sua vida serão abertas através de conhecimento. Fica a dica.
A odisseia de ser nerd, deve iniciar com algo como ser muito introvertido e nutrir essa certa paixão pelo saber. O resto vem em consequência. Mas no fundo, cada um é cada um. Acho que ser diferente do padrãozinho jovem é a maior graça do negócio. Ninguém é absolutamente 100% a personalidade nerd, senão todos nós seríamos iguais. Mas o termo é de certa forma, uma âncora, a nossa desculpa para tentarmos fazer diferente.
Eu não uso óculos; tive aparelhos; beijo na boca; sou muito tímida;  saio para festas e shows; amo ficar sozinha comigo mesma; malho; sempre fui  a ultima a ser escolhida no time de educação física; já desesperei para prova; vivo lendo; tem gente que me acha bonita;  não faço ideia do seja "pincel chanfrado"; nunca assisti game of thrones; vi e li todo o universo de HP; já joguei no site da barbie;  já joguei rpg;  já tive muitos amigos;  já sofri bulling; fiz reavaliação; também passei direto.
Sempre me chamaram desse nome. E se envolve conhecer e fazer diferente, eu aceito. Antes de mais nada, ser nomeada nerd é como uma honra.

Feliz mês nerd (dia 25, hein??)
PS: este post é dedicado a todos que já se sentiram deslocados pelo o que são, nerds, ou não. A sua "diferença" é o que te torna especial ;)

domingo, 5 de maio de 2019

Entre Veteranxs e Calourxs




Olá, pessoas que leem isso. O post de hoje vai ser meio que uma análise, mas nada muito enfadonho, prometo. (Os dados são verídicos até onde minhas conclusões chegam.)
Vamos lá, quem me conhece sabe que estudo numa universidade federal do RJ. 

Nossa, que metida, precisa mencionar que é federal?

Sim, e os motivos de quem passou para lá viver falando isso estão abaixo:
  •  Fiquei várias tardes em que meus amigos iam a festas, estudando na escola, além do horário, só para passar no enem. Foi basicamente um ano entrando 6 da manhã e saindo 6 da noite do colégio.
  •  Por mais que no fim das contas seja tudo faculdade, e todo mundo vai sair com um diploma igual, as federais envolvem alguns elementos que tornam a jornada universitária completa: bandejão, bolsas de incentivo, bibliotecas com acervos acumulados de trocentos anos atrás, gente de todo canto da cidade, os maiores grupos de iniciação científica do país, projetos de assistência e isso é só o começo...
  • É melhor ostentar isso do que... muitas coisas. 

De qualquer forma, dentro de qualquer universidade, existem os status. Formalmente a pirâmide seria:
1- OS PÓS-DOUTORES
2-DOUTORES
3-Mestres/ Pós-Graduandos 
E a galera que ainda não tem diploma universitário.

As pessoas que fazem parte do bonde massivo da base da pirâmide, como eu, gostam de se iludir e achar que tem algum lugar minimamente mais alto nessa hierarquia. Daí surgiu uma sub-divisão bem famosinha: veteranos e calouros. 
 Juro de coração que antes de ser integrante do mundo das universidades eu achava que veterano era quem estava se formando, e calouro, quem entrava. Bem, sobre os calouros eu estava certa, mas ao que me parece, a partir do segundo período as pessoas já ganham maturidade e experiência absurdamente superiores do que no período inicial. Desse modo, cheguei à conclusão de que sobreviver ao primeiro período já é vencer na vida. 
Um dos maiores problemas do "first period" é não fazer a menor ideia de como vai ser dali para a frente. É o primeiro contato com o que pode ser o resto da sua vida e isso por si só já é um pouco desesperador. Outra questão é a tal da "síndrome de ensino médio". Ouvi alguma vez essa expressão, não lembro onde, e ela resume um pouco a questão. Muita gente ali não percebe (e não perceberá) que está na hora de amadurecer. Ou pior, entendem errado. Na minha visão, amadurecer não é, por exemplo, parar de ler quadrinhos para ficar arrotando por aí que leu um livro canônico. Na verdade, é claro que não alcancei o topo da maturidade (alguém alcança?), mas sei que deve ser algo muito mais perto de deixar de lado algumas formas de agir para, pelo menos, tornar a nossa convivência minimamente mais suportável.
E vocês, já estão na universidade? Concordam comigo? Discordam? Aqui a análise é democrática, vamos terminar esse trabalho informal juntos ;)

domingo, 28 de abril de 2019

Palpiteira Romântica

Como escritora de algumas histórias que envolvem relacionamentos e namoro, eu deveria prever que esse momento rapidamente iria chegar. Mas não imaginava que seria tão rápido...
O tema que pediram dessa vez no blog é "relacionamentos amorosos", e devo dizer que, apesar de escrever muitas narrativas sobre isso, não é nem de longe um assunto que eu domine. Motivos:
1- Sou muito idealista;
2- Ainda tenho fé nos homens;
3- "Antes só que mal acompanhada" é meu lema de vida;
4- Timidez #ever;
5- Não sou boa em lidar com meus sentimentos no dia-a-dia;
Sei que isso não tá nem perto de parecer normal, mas acredite quem quiser, para mim é absurdamente mais fácil escrever uma história de amor do que realmente ficar com alguém. Acho que talvez porque parar para digitar me faz organizar melhor as coisas na cabeça...
Ao menos, foi algo assim que minha psicóloga disse uma vez.
O fato é que esse assunto não é meu lugar de fala. Então qualquer coisa que eu diga aqui sobre isso, sigam por sua conta e risco. Daí o título ser "Palpiteira" e não "Conselheira".
 Não vou negar que admiro, de certa forma, quem consegue conciliar carreira, estudos e relacionamento. Comigo "trabalhar e estudar" nunca se encaixaram com "namorar". Na verdade, acho que ainda não consegui regular isso muito bem com qualquer outra coisa da minha vida privada. Relacionamentos são complexos de qualquer forma, amorosos então, nem se fala. Ninguém deve abrir mão das coisas que gosta, então quando duas pessoas diferentes convivem de maneira tão intensa acho que é necessário bastante jogo de cintura para a coisa se mantenha saudável. 
A gente tende a idealizar um parceiro perfeito, mas se tem algo que eu sei nessa história é que todo mundo é um pouco errado. Então não dá para esperar que quem você gosta/ama/crusha/pega vá ser esse modelinho sonhado. E isso vale para os dois lados. Amadurecer é importante, mas existem tantas outras coisas na vida além de namorar, que não vale a pena mudar só por isso.
De qualquer forma, sou ainda muito noob nesse assunto... Só me sinto um pouco menos hipócrita porque a  Cássia Eller  disse numa música: "Eu sou poeta e não aprendi a amar". Não me comparo nem de longe ao talento dela, mas acho que poderia ser o meu caso.
 O que acham? Se alguém tiver um palpite melhor, só comentar aqui em baixo ;)
Por hoje é isso. Bebam água, mantenham-se hidratados e não capotem tanto na vida amorosa como eu kkkkk
   

sábado, 27 de abril de 2019

Quem for normal, que atire a primeira pedra!





Atendendo ao primeiro pedido, muito curioso, hoje o tema do blog será anormalidades.


Como boa viciada em música que sou, não poderia deixar de começar com uma meio antiga, mas muiiito boa,"Crazy" do cantorzão da zorra australiano, Seal. O refrão dela é um lema que carrego para a vida: "we're never gonna survive, unless/ We get a little crazy", que em português significa algo próximo de "Nós nunca vamos sobreviver, a não ser que enlouqueçamos um pouco". Sempre que escuto, lembro muito de uma conversa que tive na escola, ainda no fundamental; provavelmente  mais profunda que muitos debates universitários, em sua reflexão juvenil despretensiosa. Era um momento em que uns colegas tinham terminado os deveres de aula (ou abandonaram) e analisavam o quão anormais algumas pessoas daquela turma eram. Entre zoeiras com a cara um do outro, eu acabei entrando na conversa porque fomos percebendo que não tinha uma pessoa sequer que fosse completamente normal ali. Foi uma enxurrada de gargalhadas de nós mesmos. Tinha gente descobrindo sua sexualidade, gente com tique, manias bizarras, problemáticas pessoais, tudo junto e misturado...
Mas afinal de contas o que é ser normal? É não fugir da norma, da regra? Mas se alguém for assim, o que fará com que essa pessoa seja ela mesma? Se todo mundo atender os requisitos comportamentais, de aparência, jeito e etc, teremos todos as mesmas características. Sendo assim, não seria, basicamente, todo mundo a mesma pessoa?

Uma vez ouvi que por mais aversão que exista ao diferente, é ele que move o mundo. Faz todo o sentido. Sem um doido, uma maluquice, qualquer coisa tirada do inesperado, tudo seria exatamente sempre a mesma coisa. Infinitamente. Se hoje a raça humana existe é porque alguma coisa saiu do normal. Sim, pois se tem alguma coisa que ciência e religião concordam é que no início não havia ser-humano. Todo e qualquer movimento, seja de avanço ou regresso, depende do anormal. Para se evoluir é preciso arriscar a zona de conforto.
 É natural que se tenha medo disso. Não dá para medir a força ou avaliar com calma o impacto de algo que não prevemos. Afinal de contas, quando nosso limitado conhecimento não dá conta de uma informação, em quê se apoiar?
Eu prefiro explorar as coisas novas. Há tanto para se descobrir. Até o que a gente acredita conhecer de cór e salteado, pode ter algo novo a revelar. As vezes nosso próprio auto-conhecimento nos trolla. Não se trata de necessariamente fazer sempre tudo que apareça na sua frente; isso seria tolice também. Mas respeitar, acima de tudo. Respeitar as pessoas, as culturas diferentes. Para que aquilo que faz de nós seres únicos, seja respeitado.

Olá, como vai?


Apresentações já feitas no título, público definido na imagem, sejam bem-vindes à primeira postagem desse blog. Uhuul, legal!!!(Finjam que vai ser um grande site algum dia.)
Robôs fugitivos do Capta, essa é a chance de vocês, não tem verificação de humanidade! Marcianos tentando fazer contato, eu recomendo a NASA, mas se vierem, you're welcome too.
Feito após algumas demandas de ampliação dos textos da fanfiqueira e professora de Literatura SQ, vai servir como espaço de desabafo, porque eu sei que textão em rede social sobre devaneio no dia-a-dia não costuma ser mais muito interessante. Blog também não, mas acho que nesse espaço dá para ficar mais livre e "desaluviar" a mente de uma forma que nem as fanfics permitem.
Pois é, o controverso gênero das fanfics. A Literatura ao alcance de todos e o tipo textual mais zoado da História. Gostaria de saber um pouco a opinião de vocês sobre esse paradoxo que deixei ocupar um espaço enooorme na minha vida.
ENFIM, Tudo aqui tem um enorme potencial de sair totalmente na base do improviso. Já deixo avisado. Continuem por conta e risco.
 Não teremos um tema fechado, então sintam-se à vontade para pedir qualquer coisa no próximo post, e a gente vê como pode trabalhar... (se uma única alma humana comentar isso eu peço música)

Como esse é só um post informativo, fico por aqui. Abraços ao meu público robô (eu não seria nada sem vocês 😅).

Até um post mais útil,
SQ