domingo, 28 de abril de 2019

Palpiteira Romântica

Como escritora de algumas histórias que envolvem relacionamentos e namoro, eu deveria prever que esse momento rapidamente iria chegar. Mas não imaginava que seria tão rápido...
O tema que pediram dessa vez no blog é "relacionamentos amorosos", e devo dizer que, apesar de escrever muitas narrativas sobre isso, não é nem de longe um assunto que eu domine. Motivos:
1- Sou muito idealista;
2- Ainda tenho fé nos homens;
3- "Antes só que mal acompanhada" é meu lema de vida;
4- Timidez #ever;
5- Não sou boa em lidar com meus sentimentos no dia-a-dia;
Sei que isso não tá nem perto de parecer normal, mas acredite quem quiser, para mim é absurdamente mais fácil escrever uma história de amor do que realmente ficar com alguém. Acho que talvez porque parar para digitar me faz organizar melhor as coisas na cabeça...
Ao menos, foi algo assim que minha psicóloga disse uma vez.
O fato é que esse assunto não é meu lugar de fala. Então qualquer coisa que eu diga aqui sobre isso, sigam por sua conta e risco. Daí o título ser "Palpiteira" e não "Conselheira".
 Não vou negar que admiro, de certa forma, quem consegue conciliar carreira, estudos e relacionamento. Comigo "trabalhar e estudar" nunca se encaixaram com "namorar". Na verdade, acho que ainda não consegui regular isso muito bem com qualquer outra coisa da minha vida privada. Relacionamentos são complexos de qualquer forma, amorosos então, nem se fala. Ninguém deve abrir mão das coisas que gosta, então quando duas pessoas diferentes convivem de maneira tão intensa acho que é necessário bastante jogo de cintura para a coisa se mantenha saudável. 
A gente tende a idealizar um parceiro perfeito, mas se tem algo que eu sei nessa história é que todo mundo é um pouco errado. Então não dá para esperar que quem você gosta/ama/crusha/pega vá ser esse modelinho sonhado. E isso vale para os dois lados. Amadurecer é importante, mas existem tantas outras coisas na vida além de namorar, que não vale a pena mudar só por isso.
De qualquer forma, sou ainda muito noob nesse assunto... Só me sinto um pouco menos hipócrita porque a  Cássia Eller  disse numa música: "Eu sou poeta e não aprendi a amar". Não me comparo nem de longe ao talento dela, mas acho que poderia ser o meu caso.
 O que acham? Se alguém tiver um palpite melhor, só comentar aqui em baixo ;)
Por hoje é isso. Bebam água, mantenham-se hidratados e não capotem tanto na vida amorosa como eu kkkkk
   

sábado, 27 de abril de 2019

Quem for normal, que atire a primeira pedra!





Atendendo ao primeiro pedido, muito curioso, hoje o tema do blog será anormalidades.


Como boa viciada em música que sou, não poderia deixar de começar com uma meio antiga, mas muiiito boa,"Crazy" do cantorzão da zorra australiano, Seal. O refrão dela é um lema que carrego para a vida: "we're never gonna survive, unless/ We get a little crazy", que em português significa algo próximo de "Nós nunca vamos sobreviver, a não ser que enlouqueçamos um pouco". Sempre que escuto, lembro muito de uma conversa que tive na escola, ainda no fundamental; provavelmente  mais profunda que muitos debates universitários, em sua reflexão juvenil despretensiosa. Era um momento em que uns colegas tinham terminado os deveres de aula (ou abandonaram) e analisavam o quão anormais algumas pessoas daquela turma eram. Entre zoeiras com a cara um do outro, eu acabei entrando na conversa porque fomos percebendo que não tinha uma pessoa sequer que fosse completamente normal ali. Foi uma enxurrada de gargalhadas de nós mesmos. Tinha gente descobrindo sua sexualidade, gente com tique, manias bizarras, problemáticas pessoais, tudo junto e misturado...
Mas afinal de contas o que é ser normal? É não fugir da norma, da regra? Mas se alguém for assim, o que fará com que essa pessoa seja ela mesma? Se todo mundo atender os requisitos comportamentais, de aparência, jeito e etc, teremos todos as mesmas características. Sendo assim, não seria, basicamente, todo mundo a mesma pessoa?

Uma vez ouvi que por mais aversão que exista ao diferente, é ele que move o mundo. Faz todo o sentido. Sem um doido, uma maluquice, qualquer coisa tirada do inesperado, tudo seria exatamente sempre a mesma coisa. Infinitamente. Se hoje a raça humana existe é porque alguma coisa saiu do normal. Sim, pois se tem alguma coisa que ciência e religião concordam é que no início não havia ser-humano. Todo e qualquer movimento, seja de avanço ou regresso, depende do anormal. Para se evoluir é preciso arriscar a zona de conforto.
 É natural que se tenha medo disso. Não dá para medir a força ou avaliar com calma o impacto de algo que não prevemos. Afinal de contas, quando nosso limitado conhecimento não dá conta de uma informação, em quê se apoiar?
Eu prefiro explorar as coisas novas. Há tanto para se descobrir. Até o que a gente acredita conhecer de cór e salteado, pode ter algo novo a revelar. As vezes nosso próprio auto-conhecimento nos trolla. Não se trata de necessariamente fazer sempre tudo que apareça na sua frente; isso seria tolice também. Mas respeitar, acima de tudo. Respeitar as pessoas, as culturas diferentes. Para que aquilo que faz de nós seres únicos, seja respeitado.

Olá, como vai?


Apresentações já feitas no título, público definido na imagem, sejam bem-vindes à primeira postagem desse blog. Uhuul, legal!!!(Finjam que vai ser um grande site algum dia.)
Robôs fugitivos do Capta, essa é a chance de vocês, não tem verificação de humanidade! Marcianos tentando fazer contato, eu recomendo a NASA, mas se vierem, you're welcome too.
Feito após algumas demandas de ampliação dos textos da fanfiqueira e professora de Literatura SQ, vai servir como espaço de desabafo, porque eu sei que textão em rede social sobre devaneio no dia-a-dia não costuma ser mais muito interessante. Blog também não, mas acho que nesse espaço dá para ficar mais livre e "desaluviar" a mente de uma forma que nem as fanfics permitem.
Pois é, o controverso gênero das fanfics. A Literatura ao alcance de todos e o tipo textual mais zoado da História. Gostaria de saber um pouco a opinião de vocês sobre esse paradoxo que deixei ocupar um espaço enooorme na minha vida.
ENFIM, Tudo aqui tem um enorme potencial de sair totalmente na base do improviso. Já deixo avisado. Continuem por conta e risco.
 Não teremos um tema fechado, então sintam-se à vontade para pedir qualquer coisa no próximo post, e a gente vê como pode trabalhar... (se uma única alma humana comentar isso eu peço música)

Como esse é só um post informativo, fico por aqui. Abraços ao meu público robô (eu não seria nada sem vocês 😅).

Até um post mais útil,
SQ