segunda-feira, 29 de julho de 2019

Saudações, Marcianos!


Possíveis aliens que param para ler isto aqui, fiquem felizes:hoje o post é pra vocês! Com essa onda de memes sobre a invasão da área 51, entre várias sugestões que recebi em algumas redes sociais, aproveitei o tema. 
Para quem não sabe, os memes se referem a um desses eventos de shitposting do Facebook, feito só para zoar, já que não se sabe nem se existe essa tal área americana onde esconderiam ETs. Acontece que muita gente confirmou presença no evento, alguns começaram a levar a sério... aí pronto, meme interplanetário produzido com sucesso! 

E já que o assunto é sobre vida em  outros planetas, não podia deixar de mencionar a grande colaboração da eterna Beth Carvalho no contato interplanetário. Não está entendendo? Em 1997 estava ocorrendo a missão Mars Pathfinder, organizada pela NASA para explorar o planeta vermelho (e procurar vestígios de vida). Pois bem, em determinado momento dessa missão, uma cientista carioca que trabalhava na agência espacial americana enviou as ondas da música pelo espaço até alcançar o robô Sojourner, que precisava "acordar" e voltar para suas atividades.
Segundo relatos, outras músicas também foram enviadas para acordar o robô sonolento (rs), mas desde que soube dessa história sempre fiquei imaginando se realmente houvessem aliens em Marte, como seria a reação deles ouvindo um samba brasileiro. Daí, fiz essa montagem linda aí de cima kkkk
Se possível, digam o que acharam ;)

domingo, 21 de julho de 2019

Animal Racional


 Aliens, invasores da área 51, robôs, e quem mais tem paciência de me ler, primeiramente muito obrigada por acompanharem este blog por onde vos falo. Venho avisar que o post de hoje é um pouco complexo, não por ser um tema difícil, mas porque ele vai ser na verdade sem um tema fechadinho,  um conjunto de reflexões que ando fazendo...
 Pode parecer estranho, mas uma parada pela qual me interessava muito quando era mais nova eram estudos. É sério, sabe aquela curiosidade louca que dá quando você vê uma chamada em um site "Esse Fenômeno Acontece Todos os Dias e Você Nem VÊ". Pois é, dá para sentir a mesma coisa numa fonte confiável que a gente recebe da escola ou dos nossos pais, chamada livro escolar. Eu sempre ameii ler, mas enquanto ninguém tinha dinheiro para comprar um gibi ou revista novo para mim (livro só duas vezes ao ano porque sempre foi mais caro, e já  tinham muitos herdados em casa) algumas vezes, quando estava fora de casa, e não tinha muito para fazer, eu pegava o livro escolar para me distrair, e acabava me amarrando nas coisas interessantes que descobria (e mandando bem na prova, cof, cof, desculpe modéstia).
 Bem, somando o fato que já mencionei aqui nos posts iniciais sobre ser introspectiva, posso dizer que passei boa parte da vida agindo de maneira mais racional do que emocional. Não significa que eu não tenho sentimentos, ok? Eu só não sou boa em me expressar de maneiras normais, e por isso fico aqui escrevendo . 😆
 Tá, mas e onde entra a reflexão nessa história? Pois é, aos poucos, o acúmulo de conhecimento sem motivo pode levar a gente a conhecer muitas coisas desagradáveis. É bom sair de uma ilusão, povo; é legal descobrir que o mundo é muito mais complexo do que parece; é maneiro começar a pesquisar maneiras de mudar as coisas. Não desistam de fazer algo para tentar melhorar a vida, sua e/ou de alguém, nunca. O problema é que mais aos poucos ainda, fazendo muito a trouxa na vida, fui descobrindo que algumas coisas simplesmente são muito mais difíceis de resolver do que parece. E pior: muitas coisas têm sim uma solução, mas ninguém quer fazer alguma coisa. Quando isso acontece é muito frustrante porque não dá também para forçar alguém a fazer algo que não quer. Vai ficar mal feito, vai ter gente te odiando, raiva, não tem jeito.
 Então vou deixar a pergunta aberta, para quem quiser fazer um debate saudável aqui nos comentários: Tem coisas que valem a pena a gente não saber?

domingo, 14 de julho de 2019

Rock N' Girls



Amy Lee; Pitty; Paula Toller; Baby Consuelo; Joan Jett; Cássia Eller; Rita Lee; Tina Turner; Alanis Morissette; Avril Lavigne; Taylor Momsen; Hayley Williams; Gwen Stefani; Florence Welch; P!nk... Você provavelmente conhece algum desses nomes entre os de vááárias outras artistas do rock. E ainda há quem defenda que Rock seja um gênero "masculino".

Apesar de um número considerável de bandas formadas apenas por homens, o estilo musical também conta com diversas bandas de integrantes femininas, algumas até exclusivamente. Uma de que sempre lembro é Agnela, um conjunto nacional formado por quatro meninas. Outra memória que tenho do rock na minha infância era Demi Lovato e seu eterno Camp e, acreditem se quiser, Miley Cyrus. Pra quem não sabe, ou não se recorda, ela conseguiu o papel de Hannah Montana cantando I Love Rock and Roll , hino de Joan Jett. Inclusive, as primeiras músicas da série tinham ainda uma pegada forte de baterias, baixos e guitarras entre as botas e jaquetas da protagonista.

O que muita gente também desconhece é o fato de o rock ter sido embasado em algumas músicas gospel de uma mulher negra. É isso aí. Sister Rosetta Tharpe, retratada no vídeo acima, pode ser pouco conhecida hoje em dia, mas com suas performances que ousavam misturar jazz e blues nas notas de uma guitarra (instrumento bastante polêmico em 1940 pelas distorções elétricas),  a artista era ídolo de figuras como Elvis Presley e B.B. King. Elvis, o rei do gênero, cresceu apaixonado e totalmente influenciado pela música dela, segundo conta a História da música.

Divisão generalista, infelizmente, é algo sempre presente nas sociedades; ainda mais quando o assunto é gênero. Pouco se sabe sobre homens no nado sincronizado ou no balé, assim como as mulheres costumam ser desmotivadas a virarem jogadoras de futebol ou ouvir rock. Ainda bem que todas essas divas aqui provam que o gênero pode ser unissex sim.

segunda-feira, 8 de julho de 2019

"Açúcar, Tempero e Tudo Que Há de Bom!"

É engraçado como algumas crianças acham idiota assumirem que gostam de desenhos animados. Será que esquecem que todo adulto já foi criança? Sim, o post de hoje será sobre desenhos animados, e eu já aproveitei a deixa para deixar aqui a imagem da minha animação favorita na infância(Quero ver quem lembra desse filme kkkkk).
É engraçado também que alguns adultos gostam de fazer que esqueceram da infância. Gritam com os colegas de trabalho, exigem seriedade, pagam boletos, fazem tudo por um emprego... Até que mudando de canal, sem querer, se deparam com um especial de um desenho que marcou a infância. Nesse momento privado, por alguns minutos, pode ser criança né?
Acho impressionante essa capacidade que algumas animações têm de transportar a gente de volta no tempo. Não sei vocês, mas eu ainda fico meio impactada quando escuto aquela vinheta "Açúcar. Tempero. E tudo que há de bom". Talvez alguém que não era tão absurdamente viciado em ppg quanto eu possa não ficar, mais duvido não ter a mínima reação quando assiste um programa que marcou a infância.
O mais interessante é que os desenhos (cartuns, principalmente) costumam ter dois modos de interpretação: um infantil, mais ligado no enredo em si e nos eventos chamativos; outro para os pais e parentes mais velhos que assistem junto da criança, ou sozinhos mesmo, com menções à sociedade, fatos da época...
Por isso, mesmo com muitas coisas absurdas, como as toalhas que o Pato Donald usa ao sair do banho, todo meu respeito aos desenhistas, os artistas do desenho. Conseguir dialogar entre públicos e marcar alguém não é para qualquer um.
E você, tem algum desenho favorito da infância? Já experimentou a nostalgia de assistir de novo? Vale a pena ;)