domingo, 25 de agosto de 2019

Distopia da Realidade


 O tema do blog hoje não é dos mais tranquilos. Ouvindo tanto sobre a situação da Amazônia, resolvi fazer esse post que toca no assunto e vai um pouco mais além na questão ambiental. É muito engraçado que a gente só se preocupa no momento que alguma mudança climática acontece, e no instante seguinte, já estamos gastando muita energia, água e etc, achando que é bobeira se preocupar com a morte de qualquer ser vivo que não seja da nossa própria espécie.
O vídeo acima pode não ser de nenhuma fonte famosa, apenas uma projeção, uma possibilidade, porém, lembrei dele por ter me marcado muito quando assisti pela primeira vez, na escola, pela alta possibilidade de não ser muito diferente das projeções climáticas para o fim do século. Estamos vivendo a era de ouro da tecnologia, e aproveitando como se não houvesse amanhã. Tudo muito interessante e se for bem trabalhado, poderemos conseguir feitos cada vez mais grandiosos. Pois bem, para toda ação há uma reação; tudo tem consequências. Já diria Miranha, "Com grandes poderes, vêm grandes responsabilidades".
 Sendo assim, se estamos tirando energia e matéria da natureza para produzir nossas tecnologias, o que acham que pode acontecer se isso for feito de forma irresponsável? O vídeo é uma das possibilidades reais. Eu sei que tudo parece um sonho por agora, mas lembrem-se que um dia a conta virá. Não é pessimismo, é responsabilidade. Se a gente arcar com ela, e cuidar, cada um como puder, provavelmente as projeções serão melhores. Jogando menos comida no lixo por exemplo, parece algo muito pequeno, mas somando toda a comida que a gente joga no lixo a vida inteira, imagina o tamanho do monte podre que jogamos no planeta.
 " Ah, mas a comida ia apodrecer e se decompor de uma forma ou de outra." Sim, mas conhecendo o nosso sistema de lixo, você acha que essa comida virou adubo ou chorume? Pilha e bateria eu não vou nem entrar muito a fundo porque o estrago é maior ainda; ainda por cima, com o chrume misturado com o do restante dos materiais descartados. Já viu o estrago, né?
 Por isso, independente de quem é a culpa por uma catástrofe natural, todos nós devemos fazer a nossa parte. Porque todos contribuem diariamente para a destruição do planeta, essa é a verdade. Podemos tentar mudar alguns hábitos para diminuir isso, ou reclamar para caramba no computador, desfrutando da energia elétrica e todos os metais presentes nestes nossos aparelhinhos. No fundo, se você não entendeu alguma parte do texto, não tem problema. Se sentiu péssimo por contribuir com a situação, não se sinta. Eu mesma tô falando e sempre falo por um computador, não é mesmo? O que importa é tentar começar a cuidar da natureza.
 (Se você realmente se importa e quiser uma sugestão, mude um hábito. Talvez, reduzir os minutos no chuveiro já ajude. Aquelas regras básicas que sempre vale a pena repassar. E me cobrem também!)

sábado, 10 de agosto de 2019

Escrevi um Post Escrito sobre Escrever


Mais um fim de semana à noite e eu em casa, escrevendo minhas maluquices! Quem se acha normal vai torcer o nariz, mas o ato de escrever já é uma grande loucura. No caso daqui, sentar na frente de um computador, e se concentrar em passar as coisas que curto dentro das normas gramaticais, de forma compreensível, tendo o cuidado de editar tudo, desde o design da página e atualizar regularmente, dando ouvidos a o que os leitores pedem, mas sem esquecer das minhas inspirações, e mantendo o tom. E não dar ouvidos a quem está ao redor que geralmente pensa que no computador a gente só procrastina ( faço isso apenas 90% do tempo, mas não o TEMPO TODO). Ou quem diz que ser escritor é perda de tempo, ou que não há mais espaço para autores bem sucedidos. Sem ganhar um centavo para isso.
Devem estar se perguntando: " Mas por que essa criatura continua fazendo isso?"
 Porque é tão bom! Colocar as ideias para fora sem julgamento social. Aqui eu não sou a imagem que fazem do meu nome. Aqui eu sou o que penso, o que acredito, o que curto. Eu. E é muito legal desvendar o mundo através das palavras. Ainda tenho muuuiiito a melhorar na escrita, mas é por isso que vou continuar tentando, já que nos dias de hoje, perder sextas, sábados e domingos preocupade com textos é quase uma característica alien.
Nas horas que a gente buga, em que tudo parece estar certo, mas ainda há algo incomodando em algum lugar e nem nós mesmos sabemos o que é; nesses momentos escrever compensa demaiis. Pode ser a coisa mais idiota do mundo, a gente consegue administrar essa ideia quando escreve e alinhar um pouco os pensamentos com o mundo real. Não sei se vai fazer sentido para você, mas conheço muita gente que mascara tudo que sente agindo com polidez. É quase como um teatro que a gente faz para nós mesmos para a gente se convencer de que está bem e que tem fingir que não está sentindo nada de diferente. Escrever é quase como entender o que está acontecendo ou ao menos encarar.
 De qualquer forma, não estou fazendo nada de mal a ninguém (até onde sei). Então, se você gosta de sair muito, pegar mil pessoas e mostrar para o mundo que chegou no rolê, parabéns. Nada contra, mas tem gente que prefere  de outro jeito, só isso. Não force a pessoa que não interage a se enturmar. Muitas vezes ela está aproveitando também, mas do jeito dela. Disso sei, rs.

domingo, 4 de agosto de 2019

Há Letras por todos os lados...

 Pessoas, hoje o post também é um assunto que alguns têm me pedido há um tempinho... Como escrevo, trabalho num curso, estudo e sempre fui louca por livros, uns caracterizinhos resumem bem o que vejo na minha frente todo santo dia: letras. Isso, claro, sem contar o tanto que as pessoas falam, não é? Aí 90% do dia de todo mundo vira língua.
 Geralmente costumam lembrar da Matemática, da lógica, como um conhecimento que é compreendido em qualquer lugar do mundo. Isso é verdade e um dos motivos de eu também achar a área de exatas tão legal (já aguardando leitores chocados). Mas junto disso, por todo o Brasil, toda a América, todo o planeta, até os confins, onde houver ser-humano acordado vai ter gente se comunicando, por gestos, sons ou ruídos.
 "Ah, mas eu sou introspectivo, odeio conversar, não sei falar o que eu sinto". Calma, eu também não, mas ainda assim estamos os dois aqui se comunicando, bem ou mal. Eu escrevendo, você lendo, mas se lê é porque sabe falar. Não que seja obrigatório falar muito, nem de longe. Muitas vezes quem fala demais até se perde no que diz. A questão é que mesmo de jeitos diferentes, com sotaques diversos, e até idiomas se batendo pelo mundo, todo mundo se expressa. Chorando, vestindo roupas pretas, gritando, falando ou fazendo qualquer outra coisa, a gente passa uma mensagem para quem nos vê, certa ou não.
 Até os números, fórmulas e cálculos, nada mais são do que uma forma de expressão de um raciocínio. E atire a primeira pedra quem não teve aula de Matemática com um professor falando kkkk

Todo esse texto foi para provar que Linguagens é tão importante quanto Exatas. Brincadeira, a realidade é toda misturada, essas coisas nem deviam ser tão separadas na escola. E se alguém encher seu saco dizendo que você fala pouco, ou fala muito só lembre que cada um fala de um jeito. (Tirando se quem disser isso for um médico, aí você se cuida direitinho, ok?)