domingo, 27 de outubro de 2019

A Sutil Arte de Ser Fanfiqueiro


Olá, aliens, paredes e leitores fantasmas que me acompanham! Hoje no blog o texto será sobre o estudo de uma espécie rara de ser-humano: os fanfiqueiros. Essa gente que acha que pode re-escrever as histórias que eles acompanham, ou misturar algumas diferentes, juntar gente que nem se conhece, enfim... fazer balbúrdia na Literatura! 
O mais incrível: eles podem. Como? O que faz eles acharem que têm esse direito? Por que? Como se alimentam? Você descobrirá aqui, no decorrer desse post, só continue lendo (e não esqueça o comentário no final). 
Primeiramente, devemos observar os processos que formam os fanfiqueiros. Geralmente eles começam a se manifestar quando o futuro autor confunde um casal de amigos com um casal de namorados, e precisa lidar com a frustração do shipp favorito não ser real. Bem, se ele ficar revoltado e não souber conviver com isso, aí está um escritor de fanfics em potencial. Claro que esse tipo de texto não é exclusivo dos romances, então qualquer situação revoltante numa história pode ser a musa inspiradora de uma fanfic. Como uma situação real também serve para inspirar qualquer texto, então é válido dizer que um livro comum só não é uma fanfiction porque sabe fingir que é menos fictício. Já os fanfiqueiros vivem assumidamente "na Disney".
Tudo publicado nesse estudo "seríssimo" é absolutamente verídico pois meu hobby, paixão e acalento de vida são esses textinhos cheios de potencial, mas muitas vezes menosprezados. Se você escreve, deixa seu link aqui; se acompanha, diga alguma que gosta; se odeia, espero uma explicação (se houver).
Leiam na sombra e até o próximo post!



domingo, 13 de outubro de 2019

Youth


Tava demorando para eu colocar Legião aqui no blog! Vai ser com a música mais batida deles porque ,já diria uma das letras da banda, "O que eu mais queria era provar pra todo mundo que eu não precisava provar nada pra ninguém". 
 Todo brasileiro com acesso a energia elétrica, já deve ter escutado Tempo Perdido, ao menos uma vez na vida, ainda que não lembre. Ela é uma das mais famosas do rock nacional, tanto que, embora o vocalista, Renato Russo, já tenha falecido há mais de 20 anos, há uma boa quantidade de millenials por aí que já engatou a faixa em alguma playlist do celular. 
É muito louco parar para pensar nesse fluxo de público. Se hoje a canção tem muitos ouvintes nostálgicos, que acompanharam o lançamento dela em discos de vinil, impressiona a quantidade de adolescentes que sabem entoar seus versos mais famosos. São jovens tentando recuperar o tempo perdido e adultos com todo o tempo do mundo, todos unidos, aquém da idade, pela música. 
 Citei apenas essa, mas a banda tem uma quantidade enorme de faixas que vêm provando ser atemporais. Fico imaginando o que sentem os membros ainda vivos quando vêem toda essa mistura de gente cantando junto dos riffs que eles compuseram. Distantes de tudo, presos em seu próprio tempo? Talvez; ou só ignoram uma dor nas costas e a própria data de nascimento. Afinal, um número não deveria definir uma pessoa.
 ENFIM, sei que estou divagando bastante, então vou parar por aqui. Qualquer dúvida, só perguntar XD 

Por hoje é só. Para quem acredita, bom dia de nossa senhora, e não esqueça de manter vivo o jovem dentro de você ;) 

(se quiser, é claro)