quinta-feira, 10 de setembro de 2020

Em Busca do Normal

 




Fãs de Bob Esponja, pessoas normais e ucranianos que acessam este blog, hoje retomarei outro tema que já apareceu aqui: a normalidade. Fico me perguntando se pareço tão padrãozinho assim para me pedirem para falar sobre isso direto, ou se sou louca demais. De qualquer forma, segue o link do primeiro post do assunto, para quem não lembra e está com preguiça de rolar a página até o final:http://www.xn--sqsql-1qa.com/2019/04/quem-for-normal-que-atire-primeira-pedra_27.html#comment-form
Durante um período em que a expressão "novo normal" tem corrido na boca do povo, tocar no assunto é bastante interessante até. Como tinha dito no outro post, tudo que muda ou se transforma, deixa de ser normal. Sendo assim, nada que é novo, é normal. Daí já dá para ver como esse termo é controverso. Se antes tínhamos nossa própria maneira de fazer as coisas, de repente aparece um novo jeito novo de viver e prometem que isso vai ajudar as coisas a voltarem ao normal. 
Desculpa, mas isso é mentira. 
Nada vai voltar ao normal depois da pandemia de covid. Simplesmente não dá para passar por uma experiência dessas e tudo voltar a ser como antes. Por exemplo, quase ninguém precisava andar de máscara para se manter saudável, agora todo mundo precisa. Isso é qualquer coisa, menos normal. É uma condição de incerteza. Você pode sair, mas é melhor que não. Sinceramente, isso gera mais ansiedade até que um lockdown. Porque trancado em casa, você pode se desesperar para sair, mas sabe que enquanto está ali, não se contaminou, tem controle sobre isso. Agora quando você tem vontade de sair e sabe que pode, porém, assume o risco maior de infecção, pisa num terreno desafiador de incerteza. 
Não estou dizendo nada disso para fazer apologia à repressão, ou contra o uso de máscara. Apenas, que não dá para forçar a barra de que está tudo normal, porque não, não está. 

quinta-feira, 13 de agosto de 2020

Tenho até Amigos que Namoram...

 


Sofredores, apaixonados e ucranianos que lêem este blog, o post de hoje marca minha volta como Palpiteira Romântica. Para quem não acompanhou meu debut no assunto, segue o link do post:https://www.xn--sqsql-1qa.com/2019/04/palpiteira-romantica.html. Eu espero de verdade que o Blogger não trole, mas se o link quebrar, rolando a página inicial do blog para baixo, vocês conseguem achar as postagens mais antigas. 
Bem, comecemos do início, não é mesmo? Na Matemática o início é 0. Então, todo mundo entra na vida amorosa do 0, sem nada, nem ninguém. Tudo que vier depois disso é lucro. Sendo assim, posso assumir que a População Humana Romanticamente Ativa INTEIRA já passou por seus momentos de solidão. Até mesmo os muleques pegadores das candongas, terrores da noite e beijoqueiras de plantão, mesmo que não admitam, já se sentiram sozinhos. Faz parte da vida. 
Se conseguir alguém já é muito, MANTER é mais difícil ainda. Por isso, com certificado "sofrência" de qualidade, afirmo que  todo mundo que tá lendo já teve o coração partido alguma vez na vida. Não adianta negar, eu conheço meus leitores... No fundo, dói, mas vocês sabem que é verdade. 
Agora com quarentena, isolameto, pandemia, vírus, então, parece que a carência se tornou parte fundamental de nossas vidas. Cada um lida com isso de um jeito:
  •  Tem o povo que gosta de ostentar a sofrência e parte logo pro melodrama, mantendo textão no privado de como está se sentindo sozinho e abandonado. 
  • Existem aqueles que se fecham completamente, e por mais que também sintam, pra não incomodar acabam agindo como pedras de gelo, praticamente ice-bergs humanos, incomodando muito mais do que se simplesmente admitissem.
  • Também há os que fingem que não estão nem aí e saem mesmo, com várias pessoas, para disfarçar o vazio interno, e criarem uma ilusão de que está tudo bem, mesmo que ninguém permaneça ao lado no final.
Claro que estas são generalizações e você pode se encaixar em alguma delas, mais de uma, ou nenhuma. Mas no modo geral, é isso; vamos todos dar as mãos e sofrer juntos e quem sabe, talvez um dia, encontrar alguém que nos ajude a sair da fossa. Ou simplesmente ter amor próprio suficiente pra viver de boa. Isso eu tenho certeza que também todos podemos ter. ^^

segunda-feira, 15 de junho de 2020

Ao Infinito e Além

 

Bots, engines e seres intergaláticos que me leem, nesse momento em que a raça humana passa por uma de suas maiores crises,  queria saber, o que acham de colonizar outro planeta? Atualmente, essa ideia ainda é inviável, pois os planetas mais parecidos com a Terra, ou seja, com as condições ideais para manter seres vivos, estão a muitos anos-luz daqui; e não foi inventado ainda algum equipamento capaz de cruzar essa distância, ao menos em um tempo útil para nós. Porém, se fosse encontrado algum planeta próximo ao nosso, com atmosfera, oxigênio, temperaturas amenas e água será que valeria a pena habitá-lo? Seria uma área aberta sem covid, com certeza, mas o cuidado de não-contaminação precisaria continuar para que os novos habitantes do planeta não levassem a doença para lá também. Se isso acontecesse, a mudança para lá teria sido inútil, porque ter esse trabalho todo para morar num outro mundo infectado, seria, no mínimo, frustrante.
Na minha opinião pessoal, acredito que o ideal seria resolver os problemas que temos aqui mesmo, sem precisar abandonar nosso planeta natal e ainda correr o risco de destruirmos outro. Se nascemos aqui, temos o direito de usufruirmos desse lugar com a natureza ideal para nossa sobrevivência e o dever de cuidar dela. Toda a ciência desenvolvida aqui, aliás, está direcionada para isso, direta ou indiretamente, afinal, o primeiro passo para cuidar bem de algo (seja um planeta, uma espécie ou um grupo de indivíduos) é conhecer bem e entender até mesmo o que pode ajudar ou não. Mas claro; se numa hipótese drástica e remota, a única alternativa comprovada que restasse à humanidade fosse abandonar a Terra; quem seria eu para me opor? Se deixássemos nossos achismos de lado e focássemos mais no que aparece de evidência, talvez a pandemia já tivesse até sido resolvida...


segunda-feira, 25 de maio de 2020

Mais Um Post Nerd

Stormtroopers,  mochileiros e mutantes, já peço que me perdoem, porque não ia escrever nada hoje. Culpa da quarentena e seu poder de afetar a noção do tempo. Ainda bem que fiéis amigos nerds apareceram com seus super-posts enaltecendo a data, e me salvaram de passar por esse dia em branco. Não importa o quão complicada a vida esteja, sempre dá pra arranjar um tempinho para a cultura geek. Aliás, as vezes parece que ela que arruma tempo para a gente, não é? Quem não está se distraindo nessa quarentena com livros, filmes, séries ou jogos?
Agora, um aspecto nerd que sempre gosto de reforçar e está um tanto quanto diferente nesses dias, talvez mais difícil até do que o normal, é estudar. Aula online não flui como a presencial. Não dá pra tirar dúvidas do mesmo jeito, dá ainda mais sono que o normal, e ainda depende da sua conexão. Mas, enquanto não dá pra ser de outra forma, a gente tem que dar um jeito... Então, ficam algumas dicas de coisas que podem tornar o estudo on-line mais interessante:

  • Pausar a aula e ouvir a explicação quantas vezes for necessário
  • Procurar na web curiosidades sobre a matéria que está sendo dada
  • Diminuir ou acelerar a velocidade da fala do professor
  • Ouvir música enquanto faz as tarefas
  • Comer enquanto assiste a aula
  • Poder ir ao banheiro e retomar de onde parou
  • Ter aula de pijama, fantasiado ou pelado
  • Não precisar se levantar da cama para estudar
  • Assistir o professor, abraçado ao seu urso de pelúcia sem ser julgado
  • Uma desculpa pra manter a porta do quarto trancada e garantir sua privacidade
  • Ouvir a aula plantando bananeira

Claro que essas coisas variam de acordo com as condições de cada um, mas espero que ao menos uma dica não seja totalmente inútil. Sintam-se livres para recomendar mais alguma forma de estudar nos dias de hoje. Importante: lembrem-se de desligar suas câmeras para seguir algumas dessas dicas. Conto com o bom-senso de vocês, mas nunca se sabe.
 Comentem também o que estão vendo, lendo, assistindo, jogando... Vai que aleatoriamente alguém também gosta daquela série louca que você achava que era o único que assistia. No mais, separem suas toalhas e mantenham a calma, que tudo vai dar certo.

quinta-feira, 14 de maio de 2020

Risos e Lágrimas

Quarentenados, ETs ou gringos que estejam lendo esse blog; diretamente das cinzas, ele retorna! Gringos sim; alô, Ucrânia! Os contadores do Blogger estão mostrando os acessos vindos daí...
Confesso que não tenho um tema muito específico hoje porque meus dias de quarentena não vêem sendo exatamente muito "inspiradores" e infelizmente, sei que o de várias outras pessoas também não. Contudo, ando procurando algumas bobeiras leves na internet simplesmente pra fugir da realidade. E o que não é esse blog senão uma grande bobeira leve? Então, reunindo minhas forças de qualquer jeito, estou hoje aqui tentando retomar as atividades nessa joça, esperando que de alguma forma consiga fazer qualquer outra pessoa um tantinho mais feliz, ou "confortável" sendo lembrada que ela não está na bad sozinha, nesse período em que o coronga reina. Eu sei, sou muito animadora... Tá, talvez eu devesse admitir que eu mesma preciso de um grupo de apoio.... Sim, estou usando sarcasmo e ironia pra falar da desgraça. Se a desgraça não é alheia, não estou errada, certo? É o meu lugar de fala na desgraça! Então não venham me julgar... Chorar faz bem, mas chorar demais desidrata. Rir torna as coisas mais leves, e quando a maré empurra o astral pra baixo, olhar os próprios problemas com sarcasmo é o que sobra no lugar de um sorriso.

sexta-feira, 27 de março de 2020

Deu Ruim

Olá, seres que acompanham meu blog! Espero que estejam todos bem, dentro do possível. A humanidade inteira está agora em alerta por conta do SARSCOV-2 (um dos codinomes do coronga vírius), e a maioria da população do planeta está de quarentena, incluindo a autora que vos fala. Bom, isso não deve ser novidade para ninguém, e até imagino "muita"gente lendo isso*  e querendo me xingar por não estar  falando de algo leve ou divertido como geralmente eu faço aqui, para distrair um  pouco  suas cabeças e corações. 
Juro de verdade que queria estar escrevendo algo assim mas tem dois problemas aqui:
1- Vocês tão pensando que esse blog é bagunça?  Aqui também tem informação relevante e séria!
Ou ao menos eu tento.
2- Desde que a quarentena foi anunciada, eu estou sofrendo de bloqueio literário :/ Odeio admitir quando isso acontece, mas acho que sem sair muito eu estou perdendo fontes de inspiração
." MAS PERAÊ, VOCÊ NÃO ERA A RAINHA DA ANTISOCIABILIDADE?!" Pois é, então, pessoalmente eu realmente não sou de me enturmar muito, agitar os rolês e etc, MAS eu continuava convivendo com outras pessoas e vendo muuuiiiitas realidades diferentes da minha, o que me ajudava a ter ideias de coisas pra escrever. Eu estou tentando, e espero voltar ao normal logo. Só que por enquanto, só estou conseguindo escrever poemas góticos no meu antigo caderno de escola. Vida que segue.
Enquanto minha inspiração não volta, espero que se cuidem e fiquem todos bem de saúde, dinheiro e sanidade. Relaxem, que no fim o planeta vai ficar bem. Já diria a hipótese de Gaia. Não sei se a gente vai, mas o mundo sim, e isso já é algo kkkkk Vamos rir para não chorar, né?
E deixando de lado o humor negro, falando sério, precisando desabafar, estamos aqui,ok? #força

*eu iludida que muita gente vai ler isso kkkk

domingo, 1 de março de 2020

Chegadas e Partidas




A vida dá loops. Cheguei a essa conclusão recentemente. Por mais que a gente fuja, por mais que por uns momentos esqueçamos o que aconteceu, mais cedo ou mais tarde as coisas voltam. É bem louco porque às vezes, de um instante para outro, tudo muda e troca de lugar (já diria NX Zero na música "Maré"). E de um momento de repente, vêm vários anos com tudo diferente.
E o que a gente faz?  Como qualquer ser vivo, precisa se adaptar às circunstâncias. Aí, quando tudo estiver se equilibrando novamente, como numa ressaca, aquilo que ficou para trás volta com voracidade. Só para te lembrar que suas memórias foram reais, e não parte de algum sonho louco. Pessoas, objetos, músicas, aspectos e pensamentos. Chegamos a nem se dar conta que essas coisas que nos marcaram, agora fazem parte da gente de alguma forma. Se mais nada ficou, fica quem você é hoje. 
Mas não se engane. Mais cedo ou mais tarde a correnteza da vida puxa as águas de volta para você.

segunda-feira, 17 de fevereiro de 2020

A Volta de Quem Não Foi




Voltei.
Pensaram que eu ia abandonar o blog?  Posso até me dedicar a escrever outras coisas, mas não abro mão desse "cantinho do dasabafo" aqui.
No caso, estava concluindo uma história que chamei pelo nome pouco apelativo "A Sua Última Chance de Mudar". Não, não é um livro de auto-ajuda. É uma história curta de ficção (também conhecida como shortfic).
O enredo foi criado em torno daquelas dúvidas que mais cedo ou mais tarde aparecem na nossa cabeça: "Como minha vida seria hoje se eu tivesse agido de outra forma?" "Como eu poderia fazer diferente?" "O que eu realmente posso mudar?".
Reunindo essas perguntas gastei o tempo  livre do último mês escrevendo a história de Paula, uma mulher de 59 anos, hiper-atarefada e secretamente, cheia de remorsos. Em três capítulos, cada um num tempo verbal (presente, passado e futuro), imagino como seria se uma pessoa assim tivesse a chance de voltar no tempo por um dia.
Se interessou?  Tá disponível em duas plataformas, pode escolher:
- Nyah: https://fanfiction.com.br/historia/786828/A_Sua_Ultima_Chance_de_Mudar/
- Wattpad: https://www.wattpad.com/story/213512503-a-sua-%C3%BAltima-chance-de-mudar

Talvez eu poste aqui também, se por um acaso alguma alma se interessar kkkkkk

Por hoje é isso, mas fiquem ligados porque em breve vem mais desabafo e maluquice para vocês passarem vergonha alheia e rirem muito da minha cara! ;) XD